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4 de jul de 2009

Fidelidade às Convicções



Fidelidade ou lealdade?
O assunto é complexo, porém, a fidelidade é o primeiro passo para a felicidade e, a lealdade pode existir sem haver fidelidade as convicções, crenças e ideologias.

Ser fiel consigo, é antes de tudo respeitar-se.
É não compactuar ou ser conivente com o que vai contra o seu modo de pensar e agir apenas para manter status ou a necessidade em ser notado.
É seguir os princípios e valores em que acredita sem ter vergonha de ser o que é.
É não precisar inventar personagens para agradar a gregos e troianos com medo da rejeição.

É não ter medo de dizer não ou sim quando é preciso. Rejeitando indubitavelmente o rótulo de maria-vai-com-as-outras apenas para agradar e não perder “amigos”, sufocando a verdadeira opinião.

A fidelidade com as convicções pessoais exige pensar e agir com grandeza. Enquanto que a lealdade resume-se num troca-troca irrestrito, onde é possível barganhar, antecipar ou aceitar intenções por medo de não ser amado ou aceito.

A lealdade é mascarada e dissimulada conforme as ocasiões e circunstâncias. É o verdadeiro marketing de inter-relacionamento pessoal.
Através do qual, é possível simular um comportamento ou, dissimular sentimentos para passar uma imagem que convenha ao contexto, enredo e ladainha, facilitando a venda ou imposição de uma imagem falsa, que, na maioria das vezes é aceita com a maior naturalidade e simpatia porque, ela trará algum lucro ou benefício imediato.
Podemos e devemos chamar isto de lealdade ou, interpretação de uma vontade?

Alguns dizem e afirmam que não há lealdade sem fidelidade. Porém, se a fidelidade às convicções é instrumento de uma opinião, como justificaremos
a lealdade de A para com X e Y se estes agem e pensam de forma distinta e contraditória?
Razão pelo qual discordo desta teoria, preferindo chama-la de: convergência de interesses.
Permanecer fiel aos amigos é um grande ato, permanecer fiel à suas convicções, é ainda maior.

(Lélia-LMSPP)




A Fidelidade é simplesmente o ponto máximo de um relacionamento. Quando alguém procura outra pessoa, mesmo mantendo um relacionamento, é por que lhe falta algo dentro do relacionamento.
Sinceramente, não creio que ser infiél é a saída correta. Entendo que o mais correto é chamar o seu par para conversar e explicar tudo que está ocorrendo para juntos tentarem concertar a situação, se ainda tiver jeito.
O grande problema ocorre quando,um dos pares descobre na infidelidade uma forma de completar-se ou completar a relação com algo que lhe falta. Porém, acaba esquecendo que o relacionamento é composto por DUAS pessoas, por DUAS vontades, por dois corações.
90% das vezes uma conversa pacífica e objetiva pode salvar e nortear uma relação.
Mas, se mesmo assim você acha que a melhor saída é ser infiél, não esqueça que o mundo sempre dá voltas e, amanhã é você quem pode estar na condição de traído.
Pense Nisso!

1 comentários:

Lelia-LMSPP disse...

Vejo que tem um texto meu publicado neste blog, obrigada por respeitar os direitos autorais.Lélia- LMSPP