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Mostrando postagens com marcador mãe. Mostrar todas as postagens
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27 de jan. de 2011

ESTOU CONVICTA!


Cada vez mais me convenço que não se pode confiar em NINGUÉM além de pai e mãe.
Eles são os únicos que estarão ao seu lado sempre.
E são os únicos capazes de fazer o que não os agrada para te ver bem.
Eles são os únicos verdadeiros amigos!
Custe o que custe e tenha você 3 ou 30 anos... o amor e o cuidado... nunca mudam...
Seja você biológico ou do coração... o amor (quando se está predestinado a ser pai e mãe de verdade) é o mesmo...

Se Deus permitir... quero fazer o mesmo que um dia fizeram por mim...
Quero ter um filho biológico e dar um lar a uma criança... (não vou exigir que seja bebê, branquinho, loirinho...ou pequenino...)

Quero olhar pra ele ou ela e sentir É ESSE(A)!
QUERO DAR A ESSA PESSOINHA QUE TÃO POUCO TEVE TODO O AMOR QUE EU TRAGO EM MEU PEITO... E MESMO QUE ALGUNS ESTRANHEM EU TEREI ORGULHO EM DIZER: ESSE(A) É MEU (MINHA) FILHO(A) DO CORAÇÃO!

ADOTAR É UM GESTO DE AMOR!
PASSE ADIANTE...

10 de set. de 2010

As mães morrem quando querem...


Eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez. Eu não a queria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula. Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer.

Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá, pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.

Quando fiz 14 anos eu a matei novamente. Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis.

Mas logo no primeiro porre eu felizmente a descobri rediviva - foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.

Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição. Entrara na faculdade, iria morar em república, faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese.

Ledo engano: quando me descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão.

Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão... Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem.

Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho 'mãe' se transformara num espécime ainda mais vigoroso chamado 'avó'. Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla...

Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar...

Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu: quando menos esperava, ela decidiu morrer. Assim, sem mais, nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida.

Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre.

Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o etéreo terreno da saudade...

Alexandre Pelegi

20 de ago. de 2010

DEU MEDO...



MEUS PAIS...


E de súbito passei a sentir medo de perde-los...

Do nada, me vem esses medos infundados..., desprovidos de qualquer respeito ao que eu sinto ou penso em relação a esse sentimento... MEDO.

Dessa vez, foi de perder meu pais!

O medo me abraçou e eu chorei como uma criança indefesa, que se vê perdida sem quem a proteja.

Queria entender o por quê disso, dessa insegurança que simplesmente me apavora, de uma maneira que eu não consigo descrever, senão num choro agoniado e desesperador.

E eu só queria que soubesse disso painho e mainha, eu os amo...mais do que jamais serei capaz de dizer ou sequer demonstrar, e só queria que soubessem disso meus velhinhos que o sua filha os ama... que eu tenho muito medo de perde-los...




E ouvindo um fundo musical de uma música clássica que uma amiga está compartilhando comigo... tornou esse momento ainda mais inesquecível...

27 de jun. de 2010

Uma criança pronta para nascer perguntou a Deus...


- Dizem-me que estarei sendo enviado à terra amanhã… Como vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso?

E Deus disse:
- Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para você. Estará lhe esperando e tomará conta de você.

Criança:
- Mas diga-me: Aqui no Céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?

Deus:
- Seu anjo cantará e sorrirá para você… a cada dia, a cada instante, você sentirá o amor do seu anjo e será feliz.

Criança:
- Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?

Deus:
- Com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a falar.

Criança:
- E o que farei quando eu quiser Te falar?

Deus:
- Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar.

Criança:
- Eu ouvi que na Terra há homens maus. Quem me protegerá?

Deus:
- Seu anjo lhe defenderá mesmo que signifique arriscar sua própria vida.

Criança:
- Mas eu serei sempre triste porque eu não Te verei mais.

Deus:
- Seu anjo sempre lhe falará sobre Mim, lhe ensinará a maneira de vir a Mim, e eu estarei sempre dentro de você.

Nesse momento havia muita paz no céu, mas as vozes da terra já podiam ser ouvidas. A criança apressada, pediu suavemente:

- Oh! Deus se eu estiver a ponto de ir agora, diga-me por favor, o nome do meu anjo.

E Deus respondeu:
- Você chamará seu anjo de… MÃE!

7 de mai. de 2010

Dia das Mães II

mother day

Hoje minha mãe está completando 68 anos de vida!



TE AMO MAINHA... MUITO, MUITO, MUITO...


PARABÉNS!

6 de mai. de 2010

DIA DAS MÃES I

Photobucket

3 de mar. de 2010

PAINHO...MAINHA

NÃO POSSO NEM IMAGINAR EM PERDER UM DIA O SENHOR E MAINHA... AI MEU DEUS!
HOJE EU TÔ MUITO DOWN...

11 de fev. de 2010

Ser mãe...


Eu nunca imaginaria que algo tão pequeno pudesse afetar tanto minha vida.
Eu nunca soube que eu amaria ser mãe.
Antes de ser mãe,
Eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora de meu corpo.
Eu não conhecia a força do amor entre uma mãe e seu filho.
Antes de ser mãe,
Eu não conhecia o calor,
A alegria,
O amor,
A preocupação,
A plenitude,
Ou a satisfação de ser mãe.
Eu não sabia que era capaz de sentir tudo isso com tanta intensidade
Antes de ser mãe...
Eu não conhecia a palavra AMOR.... εïз♥♥♥

21 de set. de 2009

O VALOR DE UMA MÃE

MÃE! Pessoas que não têm guerra para desistir.
Pessoas que não fogem de nenhum compromisso.
Querem guerrear, levem uma mãe.
Querem vencer, levem uma mãe.

Coloquem sempre uma mãe na frente,
Que não haverá nenhuma bala que o atingirá.

Não tem nada que uma mãe não possa enfrentar.
A mãe não desiste nunca,
A mãe tem todas as forças do mundo a seu favor.
A mãe usa o maior escudo já existente.

O que você pensa ao falar de uma mãe,
Será muito pouco pelo que ela representa.

Homenagem as Mães


Ah! Como entender o coração de mãe,
Parece que está sempre contra a gente,
Quando diz: Não, não e mais não!
Não pega faca menino!
Andar descalço, não!
Olha para os lados, tenha cuidado menino!
Leva um agasalho, vai esfriar!
Coma tudo direitinho,
Assopra,assopra,está quente!
Sair sozinho?Nem pensar!
Sai da escola e vem direto para casa!
Dormir fora, só em sonho!
E batemos a porta, Bum!!
E nossa boca fica num beiço só,
Como entender o que não se explica em palavras,
Mas sim em muito sentimento,
Mãe quando briga fere seu próprio coração,
Pois não entende o não ser entendida,
Depois de um tempo,
Quando crescemos e temos nossos próprios filhos,
Só assim e somente assim,entendemos nossas mães.

Cristiana Gonçalves Freitas

12 de set. de 2009

Oração pelos Pais

21 de jul. de 2009

Ser Pai... Ser Mãe...

Para quem é pai/mãe e para aqueles que o serão...

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos.
É que as crianças crescem independentes de nós,como árvores tagarelas e pássaros estabanados.
Crescem sem pedir licença à vida.
Crescem com uma estridência alegre,e, às vezes, com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias de igual maneira.
Crescem de repente.

Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade
que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?
Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços
e o primeiro uniforme do maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil...
E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça!
Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins e cabelos longos, soltos.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas,lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração:
incômodas mochilas da moda nos ombros.
Ali estamos, com os cabelos esbranquiçados.
Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas,
das notícias e da ditadura das horas.
E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros.
Principalmente com os erros que esperamos que não repitam.
Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos próprios filhos.
Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas.
Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas.
Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, pôsteres, agendas coloridas e discos ensurdecedores.

Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao Shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas,
não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscina e amiguinhos.
Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim.
Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.
Os pais ficaram exilados dos filhos.
Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas "pestes".

Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar) para que eles acertem nas escolhas em busca de felicidade.
E que a conquistem do modo mais completo possível.
O jeito é esperar:
qualquer hora podem nos dar netos.
O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.
Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho.
Os netos são a última oportunidade de re-editar o nosso afeto.
Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.

“Aprendemos a ser filhos depois que somos pais...”
“Só aprendemos a ser pais depois que somos avós...”

Texto: Autor Affonso Romano de Sant'Anna


HOMENAGEM AOS MEUS PAIS QUE SEMPRE FIZERAM DE TUDO POR MIM E POR MEU IRMÃO E SENTEM ORGULHO DE ME TER COMO FILHA... TENHO MUITA SORTE POR TER PAIS ASSIM...
PAINHO...MAINHA...OBRIGADO POR TUDO...

4 de jun. de 2009

Mãe


Gosto de Ti
Mas isso já Tu sabes
És minha Mãe
Minha professora
Minha psicóloga
Minha conselheira...
És tudo!
Estás sempre do meu lado
Estás sempre aqui
Fazes-me ver o certo e o errado
Vives para Mim
E Eu vivo para Ti
Mãe fica comigo
Fica comigo até onde conseguires ficar
Mãe
Leva-me até onde me conseguires levar...
Mãe adoro-te!

17 de mai. de 2009

O FILHO PREFERIDO



Certa vez, perguntaram a uma mãe qual era o seu filho preferido, aquele que ela mais amava.

"Nada mais volúvel do que um coração de mãe", respondeu ela.

O meu filho preferido é o meu filho doente, até que ele sare.

O filho que partiu, até que ele volte.

O que está cansado, até que descanse.

O que está com fome, até que se alimente.

O que está estudando, até que aprenda.

O que não trabalha, até que se empregue.

O que é pai, até que crie seus filhos.

O que chora, até que se cale, tranquilo...

Amo a todos com igual intensidade, acrescentou a mãe.

E concluiu...

O preferido é aquele que, no momento, está precisando de maior atenção e carinho.


16 de mai. de 2009

Mainha


SEI QUE HÁ TANTO AMOR DENTRO DO TEU CORAÇÃO
E POR MIM SE DEDICOU
NADA FOI MOTIVO PRÁ DEIXAR DE ME AMAR
COM CARINHO ME GUIOU MEU CAMINHO, MEU TRILHAR
COM FIRMEZA ME EDUCOU
COM AMOR CUIDOU, GUARDOU
E AGORA PRA VOCÊ O MEU CANTAR
A MAIS LINDA FLOR DO MUNDO QUERO TE DAR
O MAIS LINDO OLHAR DO MUNDO É O TEU OLHAR
O MAIS LINDO AMOR DO MUNDO ESTÁ EM TEU CORAÇÃO
AMOR DE MÃE A MAIS LINDA FLOR DO MUNDO QUERO TE DAR
E DIZER QUE TE AMO TANTO
ME PERDOE CADA VEZ QUE TE FIZ CHORAR
E CHOROU COM CERTEZA POR TANTO AMAR QUERO TE DIZER:

TE AMO MAINHA!