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19 de jul. de 2010

EVITE JULGAR AS PESSOAS


Por mais razão que supostamente se tenha em relação a outras pessoas, por mais que outras pessoas estejam em dificuldades ou inserindo em erros: evite julgar. Ninguém tem informações suficientes para fazer um veredito e colocar-se acima dos fatos e da verdade. Quando se julga alguém normalmente nos baseamos em nossas réguas e nem sempre elas estão alinhadas em um nível superior para saber o que é o melhor, o que é certo ou o que é errado.

Neste comportamento ainda geramos uma energia que não nos é positiva. No lugar de julgar talvez seja mais prudente oferecer uma ajuda, oferecer um apoio se realmente a pessoa estiver precisando. Defeitos são parte integrante das pessoas, o que é defeito aos olhos de um, pode não ser defeito aos olhos do outro; o que é veneno para um, pode ser remédio para outro. Julgar é tirar os olhos de nós mesmos, esquecer daquilo que realmente somos e também dos erros que inserimos em nossas vidas.

Entre um erro e outro algumas pessoas se encontram; entre um erro e outro se reconhece os verdadeiros amigos; entre um erro e outro ficamos diante de nossa verdade ou de nossa mentira; assim é o caminho de quem erra, mas pior é o caminho de quem julga, pois se coloca acima dos erros. Quando perceber que está julgando alguém, tente inverter os pólos, transforme este julgamento em disponibilidade de prestar um auxilio dentro de suas possibilidades a esta pessoa, pode ser uma conversa esclarecedora; pode ser um amparo; uma sugestão que devolva esta pessoa ao caminho ou até mesmo ser uma boa-orelha, as vezes é somente isto que muita gente precisa, alguém que as ouça, alguém com quem possam desabafar.

Não julgue, ajude, você vai sentir-se melhor ajudando do que julgando.


Cesar Romão

11 de set. de 2009

OS QUATRO COMPROMISSOS

Seja Impecável com a Palavra
Já que ela é a ferramenta mais poderosa que você tem, use-a sempre para a verdade e para o bem. Assim como a palavra é capaz de construir também pode destruir tudo em questão de momentos. Não faça fofocas. Elas só espalham um veneno que pode voltar contra você depois. Cumpra sempre o que promete.Ser impecável também significa assumir a responsabilidade por seus atos sem se culpar por esta ou aquela escolha.

Não Tire Conclusões
Seus dramas e tristezas existem porque você acredita que as suas conclusões são as corretas. Imagine o dia que você não tira conclusões sobre o seu parceiro ou sobre todas as pessoas com as quais se relaciona. A forma mais fácil de evitar confusões é perguntar - e não deduzir - quando você não entende algo. Uma vez ouvida a resposta, não sobrará espaço para falsas conclusões.

Não Leve Nada para o Lado Pessoal
Não sofra pelo que os outros dizem a seu respeito ou para você. Nada disso é motivado por seus atos, e sim por quem fez os comentários. Cada um vive num mundo diferente, levar tudo para o lado pessoal significa presumir que os outros conhecem o seu mundo. Esse é o pensamento deles sobre o mundo, não o seu. Se você estiver imune às opiniões e ações das pessoas, evitará sofrimentos desnecessários.


Sempre Dê o Melhor de Si
O último compromisso permite que os outros três se tornem hábitos. Em qualquer circunstância, sempre faça o melhor, nem mais nem menos. Dessa forma, você não vai julgar a si mesmo, nem se sentir culpado ou se castigar quando não conseguir cumprir um acordo. É a ação que faz a diferença.

Refletir e exercitar os quatros compromissos pode mudar a sua postura diante da vida.


Por Miguel Ruiz

1 de jun. de 2009

A política de Jesus


Jamais poderemos perder de vista a importância da política na vida de qualquer pessoa. A boa política é o cerne de uma vida justa, equilibrada, que procura ampliar instrumentos para ajustar as relações e equilibrar sentimentos. Não estou aqui falando da política partidária. Essa, também, é uma grande força que ainda está latente, pois os nossos pseudos-políticos não compreenderam o seu valor na ordem da vida e a usam mal, como mal também usam os eleitores os seus votos, trocando-os por interesses vários, dando o “emprego" a quem não tem condições de exercitar o trabalho.

Mas tudo isso é um processo. A coisa já foi pior. A politicagem, que não é política, também vai perder sua força, pois o ser humano está fadado à evolução e pouco a pouco o entendimento maior da escolha de agentes para administrar o poder, que é do povo, vai mudar e mudar para melhor. Mas não é disso que venho falar. Muita gente boa e inteligente trata desse tema com maestria nesse espaço.
Quero falar da política do Cristo. O espírito mais perfeito que Deus fez vir a esse planeta para ensinar o homem a se tornar um homem de bem. Ele é o nosso modelo,no dizer dos espíritos superiores em pergunta formulada por Allan Kardec. Foi tão importante que se tornou um marco na história da humanidade e dividiu essa mesma história em antes e depois dele.

Antes de Jesus o que preponderava era o desrespeito enraizado, a injustiça manifestar, a tirania institucional, a dor, a tristeza. Depois de Jesus o panorama muda, o pensamento se oxigena, a idéia do bem surge no seio dos homens. Pregava a política da paz, do perdão, do amor e da justiça. Enfrentou o poderio romano com o equilíbrio e singeleza dos fortes, mas com a astúcia dos justos, sem a ingenuidade daqueles que não sabem o que querem e se deixam levar pelo roldão do momento, das circunstâncias.

Jesus pensava à frente, pois sabia que o planeta iria se promover para um mundo de regeneração. Hoje estamos na categoria de provas e expiações, onde o mal ainda se evidencia. Mas o bem mesmo que timidamente, não fica atrás e sempre houve e sempre haverá espíritos sérios que encarnam aqui para ajudar a mudar a paisagem aflitiva do planeta. Teve e tem muita gente boa ajudando esse mundo a progredir: Jesus, o maior deles; Crisna; Buda; Gandhi, Madre Tereza; e muito, muito outros. Deus não nos desampara e sempre nos envia emissários do bem para que aprendamos a pensar melhor na política, nas artes, na...
O diálogo:
- És o rei dos Judeus?
- Tu o dizes. Mas se eu fosse rei minha gente houvera combatido para não deixar que caísse em mãos dos romanos. Meu reino – ainda - não é deste mundo.
O Reino de Jesus não era e ainda não é aqui, no planeta Terra. Um “planetinha” atrasado moralmente, onde os interesses próprios sobrepõem os valores da justiça e do bem. Até as nossas religiões, ditas cristã , estão nesse processo de evolução , porque alguns dos seus representantes, espíritos atrasados, falham e falham feio e a maioria do povo a julgam pelo comportamento de alguns desavisados que não refletem as suas propostas de vida.
Quando a genuína política permear a mente e os corações do seu povo, erradicando a miséria moral do cidadão, o Brasil vai trilhar no rumo certo envolvo de equilibro e justiça social. Isso não é um sonho impossível. Acima dos nossos eventuais interesses que muitas vezes não chagam nem a uns míseros cem anos, está Deus, que tem visão da imortalidade e sabe que a humanidade precisa estar colhendo os frutos dos seus desmandos para atingir culminância da razão e do equilíbrio.
Faça a sua parte e eleja aqueles que realmente refletem a idéia do bem e da justiça social na sua mais lídima conceituação. O resto... São interesses, são conjecturas.

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA.
Reynollds Augusto