4 de jul. de 2011
Dúvidas...
Postado por Fabrícia Lima Sales às segunda-feira, julho 04, 2011 0 comentários
Marcadores: dúvidas, falsidade, o melhor de mim, Poesia
6 de mai. de 2011
28 de dez. de 2010
Talvez...
Postado por Fabrícia Lima Sales às terça-feira, dezembro 28, 2010 0 comentários
24 de out. de 2010
DÚVIDAS...
Postado por Fabrícia Lima Sales às domingo, outubro 24, 2010 2 comentários
Marcadores: dúvidas, lembrança, saudade, sentimentos
10 de set. de 2010
TALVEZ...
Talvez sofra inúmeras desilusões no decorrer da vida, mas farei que elas percam a importância diante dos gestos de amor que encontrei...
Talvez não tenha forças para realizar todos os meus ideais, mas jamais irei me considerar uma derrotada...
Talvez em algum instante sofra uma terrível queda, mas não ficarei por muito tempo olhando para o chão;
Talvez tenha que enfrentar inimigos, mas terei humildade para aceitar as mãos que se estenderão em minha direção;
Talvez seja enganada inúmeras vezes, mas não deixarei de acreditar que em algum lugar alguém merece minha confiança;
Talvez com o tempo perceba que cometi grandes erros, mas não desistirei de continuar trilhando meu caminho;
Talvez com o decorrer dos anos eu perca grandes amizades, mas irei aprender que aqueles que realmente são meus verdadeiros amigos nunca estarão perdidos;
Talvez algumas pessoas queiram meu mal, mas irei continuar plantando a semente da fraternidade por onde passar...
ARISTÓTELES ONASSIS
Postado por Fabrícia Lima Sales às sexta-feira, setembro 10, 2010 0 comentários
Marcadores: acreditar, amizade, confiança, dúvidas, sabedoria
5 de ago. de 2010
Instantes de Solidão
Postado por Fabrícia Lima Sales às quinta-feira, agosto 05, 2010 0 comentários
30 de nov. de 2009
Já não te conheço
Quantas máscaras tens?
Quantas usas?
Imposição cénica?
Sobrevivência?
Ou apenas obrigação
por viver numa sociedade
que não promove a
beleza da diversidade?
Eu amo a pureza inata,
a essência do teu ser
aquilo que te torna único
e que me dá tanta vontade de te saber
Não, não gosto de máscaras!
Postado por Fabrícia Lima Sales às segunda-feira, novembro 30, 2009 0 comentários
Marcadores: dúvidas
2 de out. de 2009
Por que sentimos medo?
Postado por Fabrícia Lima Sales às sexta-feira, outubro 02, 2009 0 comentários
Marcadores: aprendizado, dúvidas, medos
21 de set. de 2009
Às vezes...
Por vezes sinto-me … Vazia;
Por vezes sinto-me perdida no mundo que criei, desorientada…
Por vezes sinto-me triste com a imagem refletida no espelho… Desconhecida.
Por vezes sinto-me...
São tantas as vezes que perco a conta; São tantos os porquês, que sufoco, sufoco com as vezes que me sufoco!
São tantas as vezes em que espero, por ti, por alguém...por ninguém…
Não há caminho para mim, não enquanto estou parada.
Não enquanto estou de olhos fechados, não enquanto tiver medo.
Por vezes sinto-me capaz de vencer o mundo e nessa altura sou Eu
Por vezes sinto-me capaz de ir em frente…
Por vezes estas vezes são mais vezes, por vezes as outras vezes desaparecem...
Risco-as de mim...
Risco-as do meu dicionário...
Levantei a cabeça...
E por vezes vou vencendo...
Um dia depois do outro… por vezes são tantas as vezes que já lhe perdi a conta.
(Desconheço o autor)
Postado por Fabrícia Lima Sales às segunda-feira, setembro 21, 2009 0 comentários
Quantas vezes...
Já me perguntaram …
Quantas vezes
Já me indagaram …
Quem é você…
Como você é…
De onde vem…
Pra onde vai…
Quantas perguntas…
Quantos julgamentos …
Quantos enganos
Quantos…
Tudo é tão simples…
Sou amor, sou paixão…
Sou amiga, sou mulher…
Sou carinho, sou ternura…
Sou encanto, sou magia…
Sou o que sempre fui…
Seja aqui seja lá…
Seja onde for…
Você saberá onde me achar…
Você saberá…
Quando eu chegar…
Será emoção…
Será ternura…
Será magia…
Será encanto…
Quem sabe…
Um dia você…
Descubra quem sou…
De onde vim…
Pra onde vou...
Desconheço o autor
Postado por Fabrícia Lima Sales às segunda-feira, setembro 21, 2009 0 comentários
2 de set. de 2009
Por que eu te amo?
Porque você me amou e me fez entender o sexo, a junção de dois corpos cujas almas se completam e se compreendem.
Porque você tocou minha pele e me fez maior, mais forte, mais capaz.
Porque você enxergou a menina dentro de mim, mas também a mulher, e compreendeu as duas, e amou as duas.
Porque você me permitiu ser frágil, e me segurou e me deu seu ombro.
Porque você não teve medo da minha força, e me presenteou com a sua admiração.
Porque você me ouviu, e o mundo que eu sufocava dentro de mim foi dividido, e eu me senti mais leve.
Porque você me abriu os braços, e eu não tive medo de correr e seguir em frente.
Porque você esteve ao meu lado, e eu me senti segura, e não precisei dormir pra sonhar.
Porque você compartilhou meu sorriso, minha alegria, meus sonhos, mas também minha dor.
Porque você teve medo, e dúvidas, e eu crescemos ao seu lado, e aprendi.
Porque você discutiu, discordou, argumentou, e exigiu de mim, e eu nem sempre podia dar, e você compreendeu.
Porque você enxergou minhas cores, meus traços, minhas nuances. Porque você viu em mim o que eu mesma não via e me mostrou o que estava além. Porque você foi paciente, e eu me senti acolhida.
Porque você me deu seus braços, e com eles eu construí um novo mundo, no qual tudo fazia sentido.
Porque você chorou por dentro, e eu compreendi o quanto dói à dor do outro, quando esse outro é mais de nós do que nós mesmos.
Porque você sorriu, e seu sorriso iluminou até os meus cantinhos mais profundos e obscuros.
Porque você se abriu pra mim, e eu deixei de ter medo da entrega.
Porque você sonhou comigo, e o mundo se tornou pequeno para tanto amor.
Porque você me fez ver o que eu tinha medo, e encarar, e enfrentar. E eu nem sempre fiquei feliz com isso, e você se esforçou pra compreender até onde eu poderia ir.
Porque você me mostrou que a vida tem muito menos limites do que a gente pensa, e que o amor é uma experiência infinita.
Porque você olha pra frente, mas compreende quando fecho os olhos e me aninho no seu peito, e sabe que certas vezes é só o que eu preciso.
Porque você me deseja, e faz do meu corpo o seu caminho. E a gente se ama, e se dá prazer, e se dá a vida.
Porque você está presente, e a solidão não me assusta mais.
Porque você... Por que... Por que.
É isso. Por que.
É assim. Sem mais. É como te amo.
E porque te amo é que digo que os porquês não importam. Eles existem, mas não importam.
O que importa somos nós, e as nossas mãos dadas, e os nossos corpos unidos, e nossos pés caminhando juntos.
E isso será sempre sem por que. E será sempre.
E essa é a grande maravilha.
Que te amo.
Por quê?
Porque sim...
Postado por Fabrícia Lima Sales às quarta-feira, setembro 02, 2009 0 comentários
Marcadores: amado, amor, dúvidas, relacionamento
29 de ago. de 2009
Dúvidas e medos...
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A outra borboleta também ficou apreensiva; tinha medo do mundo lá fora, sabia que muitas borboletas não duravam um dia fora do casulo, mas amou a liberdade mais do que os acidentes que viriam. E assim, partiu. Voou em direção a todos os perigos. Preferiu ser uma caminhante em busca da única coisa que determinava sua essência.”
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AUGUSTO CURY - Livro "Vendedor de Sonhos - O Chamado"
Postado por Fabrícia Lima Sales às sábado, agosto 29, 2009 1 comentários
Marcadores: Augusto Cury, borboleta, dúvidas, liberdade, medos
28 de ago. de 2009
Mania de explicação
Explicação é uma frase que se acha mais importante do que a palavra.
As pessoas até se irritavam, irritação é um alarme de carro que dispara bem no meio de seu peito, com aquela menina explicando o tempo todo o que a população inteira já sabia. Quando ela se dava conta, todo mundo tinha ido embora. Então ela ficava lá, explicando, sozinha.
Solidão é uma ilha com saudade de barco.
Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança pra acontecer de novo e não consegue.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.
Autorização é quando a coisa é tão importante que só dizer "eu deixo" é pouco.
Pouco é menos da metade.
Muito é quando os dedos da mão não são suficientes.
Desespero são dez milhões de fogareiros acesos dentro de sua cabeça.
Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Agonia é quando o maestro de você se perde completamente. Preocupação é uma cola que não deixa o que não aconteceu ainda sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Renúncia é um não que não queria ser ele.
Sucesso é quando você faz o que sempre fez só que todo mundo percebe.
Vaidade é um espelho onisciente, onipotente e onipresente. Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Orgulho é uma guarita entre você e o da frente.
Ansiedade é quando faltam cinco minutos sempre para o que quer que seja.
Indiferença é quando os minutos não se interessam por nada especialmente.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Alegria é um bloco de Carnaval que não liga se não é fevereiro.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Decepção é quando você risca em algo ou em alguém um xis preto ou vermelho.
Desilusão é quando anoitece em você contra a vontade do dia.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas, geralmente, não podia.
Perdão é quando o Natal acontece em maio, por exemplo.
Desculpa é uma frase que pretende ser um beijo.
Excitação é quando os beijos estão desatinados pra sair de sua boca depressa.
Desatino é um desataque de prudência.
Prudência é um buraco de fechadura na porta do tempo.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Emoção é um tango que ainda não foi feito.
Ainda é quando a vontade está no meio do caminho.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Desejo é uma boca com sede.
Paixão é quando apesar da placa "perigo" o desejo vai e entra.
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado. Não. Amor é um exagero... Também não. É um desadoro... Uma batelada? Um enxame, um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego? Talvez porque não tivesse sentido, talvez porque não houvesse explicação, esse negócio de amor ela não sabia explicar, a menina.
Adriana Falcão
Postado por Fabrícia Lima Sales às sexta-feira, agosto 28, 2009 0 comentários
Marcadores: dúvidas, sentimentos
25 de ago. de 2009
Carvão
Surgiu como um clarão
Um raio me cortando a escuridão
E veio me puxando pela mão
Por onde não imaginei seguir
Me fez sentir tão bem, como ninguém
E eu fui me enganando sem sentir
E fui abrindo portas sem sair
Sonhando às cegas, sem dormir
Não sei quem é você
O amor em seu carvão
Foi me queimando em brasa num colchão
E me partiu em tantas pelo chão
Me colocou diante de um leão
O amor me consumiu, depois sumiu
E eu até perguntei, mas ninguém viu
E fui fechando o rosto sem sentir
E mesmo atenta, sem me distrair
Não sei quem é você
No espelho da ilusão
Se retocou pra outra traição
Tentou abrir as flores do perdão
Mas bati minha raiva no portão
E não mais me procure sem razão
Me deixa aqui e solta a minha mão
Eu fui fechando o tempo, sem chover
Fui fechando os meus olhos, pra esquecer
Quem é você?
Quem é você?
Quem é você?
Você…
Ana Carolina
Postado por Fabrícia Lima Sales às terça-feira, agosto 25, 2009 0 comentários
20 de ago. de 2009
Oração a mim mesma
Escutar com meus ouvidos atentos e minha boca estática, as palavras que se fazem gestos e os gestos que se fazem palavras. Permitir sempre escutar aquilo que eu não tenho me permitido escutar.
Saber realizar os sonhos que nasce em mim e por mim e comigo morrem por não os saber sonhar. Então, que eu posso viver os sonhos possíveis e os impossíveis, aqueles que morrem e ressuscitam a cada novo fruto, a cada nova flor, a cada novo calor, a cada nova geada, a cada novo dia.
Que eu possa sonhar o ar, sonhar o mar, sonhar amar, sonhar o amalgamar. Que eu me permita o silêncio das formas, dos movimentos, do impossível, da imensidão de toda profundeza. Que eu possa substituir minhas palavras pelo toque, pelo sentir, pelo compreender, pelo segredo das coisas mais raras, pela oração mental (aquela que a alma cria e que só ela - alma - ouve e só ela - alma - responde).
Que eu saiba dimensionar o calor, experimentar a forma, vislumbrar as curvas, desenhar as retas, e aprender o sabor da exuberância que se mostra nas pequenas manifestações da vida. Que eu saiba reproduzir na alma a imagem que entra pelos meus olhos fazendo-me parte suprema da natureza, criando-me e recriando-me a cada instante.
Que eu possa chorar menos de tristeza e mais de contentamentos. Que o meu choro não seja em vão, que em vão não sejam minhas dúvidas. Que eu saiba perder meus caminhos, mas saiba recuperar meus destinos com dignidade.
Que eu não tenha medo de nada, principalmente de mim mesmo: - Que eu não tenha medo de meus medos! Que eu adormeça toda vez que for derramar lágrimas inúteis, e desperte com o coração cheio de esperanças. Que eu faça de mim uma mulher serena dentro de minha própria turbulência, sábia dentro de meus limites pequenos e inercatos, humilde diante de minhas grandezas tolas e ingênuas (que eu me mostre o quanto são pequenas minhas grandezas e o quanto é valiosa minha pequenez).
Que eu me permita ser mãe, ser pai, e, se for preciso, ser órfão. Permita-me ensinar o pouco que sei e aprender o muito que não sei traduzir o que os mestres ensinaram e compreender a alegria com que os simples traduzem suas experiências, respeitar incondicionalmente o ser, o ser por si só, por mais nada que possa ter além de sua essência, auxiliar a solidão de quem chegar render-me ao motivo de quem partiu e aceitar a saudade de quem ficou.
Que eu possa amar e ser amada. Que eu possa amar mesmo sem ser amada, fazer gentilezas quando recebo carinhos; fazer carinhos mesmo quando não recebo gentilezas.
Que eu jamais fique só, mesmo quando eu me queira só. Amém.
Postado por Fabrícia Lima Sales às quinta-feira, agosto 20, 2009 0 comentários
Marcadores: dúvidas, ensinamentos, esperança, fé, medos, oração
21 de jul. de 2009
SE...
porque ferro parado enferruja, água estagnada apodrece...
E além disso, talvez, mais tarde, falte tempo para terminar a tarefa da existência... .
E é trágico demais morrer inacabado.
Se você for alegre e feliz, não ria alto demais, para que a sua gargalhada
não vá tornar mais doloroso o gemido de alguém na casa ao lado.
Se, nas dores, você soluçar, faça-o baixinho, bem no fundo, bem lá dentro,
para não apagar algum sorriso no semblante de alguém, no andar de cima.
Se você escorregar na estrada da existência e até mesmo cair mais de uma vez,
não fique deitado no solo, clamando o destino, porque lhe falta muito caminho
por andar e, além disso, você só vai atrapalhar a passagem dos outros
que podem tropeçar no seu corpo caído...
E se é triste cair, muito mais triste ainda é levarmos alguém na nossa queda.
Se, algum dia, talvez, você perder a linha e der vazão ao grito, a cólera, a revolta,
com ganas de quebrar o mundo ao seu redor, não arrebente tudo,
porque atrás de você, vem muita gente ainda que deseja encontrar
o mundo inteiro e belo.
Se você encontrar a semente ou a muda do raro arbusto da FELICIDADE,
não vá plantá-lo em seu quintal todo cercado, mas sim ao lado de um caminho
freqüentado para que muitos possam descansar à sua sombra e comer seus
frutos sem pagar.
Mas se encontrar apenas o caminho que leva a esta árvore bendita,
não vá por ele sozinho: fique alerta e de pé, a entrada dele,
com um braço estendido assim... como uma flecha, dizendo:
FELICIDADE, AMIGO?... É POR AQUI!
Não se incomode de ficar por último porque todo o que passar a sua
frente vai dizer: "Obrigado" e dar-lhe um bom sorriso."
E quando, enfim, você chegar, depois de todos condecorado,
iluminado de sorrisos recebidos, verá que os outros estarão
à sua espera para que você entre primeiro.
Autor: Pe. Hélder Salvador de Lima
Postado por Fabrícia Lima Sales às terça-feira, julho 21, 2009 0 comentários
2 de jul. de 2009
Quem eu sou?
Eu fui um degrau em sua vida
Um degrau pra ela poder chegar ao céu que eu queria
Um degrau pra ela poder sentar e chorar
Um degrau na escada dela…
Agora sou apenas um degrau
Quem sou eu?
Não, como estou…
Não estou bem
Estou confuso, estou errado, cansado
Cansado de tentar ser a paz que eu não era
Cansado de não encontrar a paz nela
Agora me deixa sentado aqui vendo a chuva
Quem sou eu?
Não, o que eu quero…
Eu queria poder fazer o tempo voltar
Mas não adiantaria nada se a culpa foi minha
Eu queria poder voltar não antes do erro
Mas antes… pra poder dizer a verdade
Agora o tempo não pode voltar, não pra mim
Quem sou eu?
Acho que já estou entendendo
Sou igual a você
Sou humano como você
Sou alguém que errou muito,
se arrependeu dos erros e voltou a cometê-los
milhares de vezes…
E agora?
Agora é hora de acordar
e tentar fingir que tudo isso foi só um sonho
É hora de continuar a mentir pra mim mesmo
Hora de fingir que não vou sentir sua falta
É hora de entender que estas palavras não vão mudar o que fiz
Que não vão mudar os erros, as mágoas, as lágrimas
Mas é hora de ter esperança de que um dia eu aprenda
É hora de encontrar um degrau pra sentar e esperar que você me ensine a viver
Postado por Fabrícia Lima Sales às quinta-feira, julho 02, 2009 0 comentários
Marcadores: dúvidas, lágrimas, sentimentos
Quem sou eu?
Ajude-me a responder!
Eu sou um pássaro sem asas
Um sonho em corpo de menina
A realidade na face da mulher
Uma amiga que conforta
Uma professora que aprende
Uma aluna que ensina
Quem sou eu?
Ajude-me a decifrar!
Eu sou a água que molha a terra
A lágrima que sufoca o sorriso
A luz que apaga a escuridão
A melodia que ecoa
A paz que acalma o coração
Quem sou eu?
Eu sou a sensibilidade à flor da pele
As lavas de um vulcão
Eu sou o grito do silêncio
E a companheira da solidão
Quem sou eu?
Ainda não descobriste?
Eu sou tudo e sou nada
Eu sou o que você olha e não enxerga
És capaz de responder agora?
Quem sou eu?
Maria Liberdade Oliveira dos Santos
Postado por Fabrícia Lima Sales às quinta-feira, julho 02, 2009 0 comentários
DÚVIDAS...
Uma mistura de revolta, desalento, de cansaço; às vezes sinto que estou a mais, às vezes quero que ninguém goste de mim, sinto que não mereço; às vezes e muitas vezes me perco em pensamentos e gosto de me perder, não são pensamentos mágicos, não são pensamentos de sonho, são pensamentos estranhos, tal como o “meu” mundo estranho.
Às vezes e muitas vezes, quero perder-me, quero acabar perdendo-me… Por vezes perco o “filtro” de ver os “outros”, e nessas alturas…
Às vezes quero fugir, ir embora, diluir-me nos confins da terra, or nas profundezas do mar…
Às vezes… às vezes choro, muitas vezes sem saber porquê! Choro porque choro, choro por dentro muitas vezes.
Às vezes refugio-me numa criança, preciso daquele abraço, daquele sorriso, daquela ternura…
Às vezes, muitas vezes perco-me no conta rotações do carro, afinal quem comanda Eu ou… E vou ao limite, e sinto o “chimbre” do volante e vou mais além …
Às vezes perco a paciência, perco a vontade, perco a tolerância, perco o amor, perco vidas tantas… às vezes.
Um dia perco-me de vez… e nesse dia, esqueçam-me, ignorem-me, queimem-me, façam frases anedóticas sobre mim, façam tudo menos dizerem bem de mim …
Às vezes… tantas vezes …
Postado por Fabrícia Lima Sales às quinta-feira, julho 02, 2009 0 comentários
Marcadores: dúvidas, pensamentos











