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Mostrando postagens com marcador abandono. Mostrar todas as postagens
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29 de dez. de 2010

...


Quando somos abandonados pelo mundo,

a solidão é superável;

quando somos abandonados por nós mesmos,

a solidão é quase incurável!

Por isso nunca se abandone,

e faça de tudo para ser feliz.

15 de dez. de 2010

GATINHA ABANDONADA PRECISA DE UM LAR




ALGUÉM DE RECIFE GOSTARIA DE ADOTAR ESSA GATINHA?
ELA FOI ABANDONADA E ESTAVA PRENHA...TEVE SEUS FILHOTINHOS NO DIA DA ULTIMA CHUVA PERTO DO ESGOTO E SEUS GATINHOS FORAM LEVADOS PELA CORRENTEZA...
ELA É EXTREMAMENTE DÓCIL E GOSTA DE FICAR PERTO DAS PESSOAS SÓ QUE NO LUGAR ONDE ELA ESTÁ, INFELIZMENTE ELA ESTÁ SENDO MALTRATADA POR ALGUMAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES.
EU JÁ TENHO UMA CADELINHA... SE NÃO FOSSE POR ISSO EU JÁ TERIA FICADO COM ELA.
QUEM TIVER CONDIÇÕES DE DAR AMOR A ESSA CRIATURINHA DE DEUS...POR FAVOR, ENTRE EM CONTATO COMIGO.

25 de set. de 2009

Não se abandone...


Deveríamos parecer flores no início da primavera. A própria imagem da vida, abertos,viçosos, esperançosos. Só que a vida é um lutar constante. Quando chegamos para a batalha,não sabemos como serão as lutas, o que vão exigir, o que vão tomar de nós. Quando nos deparamos com uma situação em que não vemos saída é inútil continuar se debatendo, isso só aumenta o desânimo. É preciso em certos momentos deixar-se abandonar, não para desistir, mas para recuperar as forças. Ainda não conheci alguém que nunca tenha tido um momento, de desânimo. Observem as flores que ficam muito tempo sem água? Elas murcham. Mas em geral é suficiente um copo de água e logo depois elas reerguem-se. Quantas vezes é suficiente levantar um pouco os olhos para ver que as soluções estavam ao nosso alcance, a gente é que estava cansado demais para procurar direito.

20 de set. de 2009

Maior Dor...


A maior dor na vida não é morrer, mas ser ignorado.
É perder alguém que nos amava e que depois deixou de se importar.
É sermos deixados de lado por quem tanto nos apoiava.
É constatar que esses são os resultados das nossas negligências.
A maior dor na vida não é morrer, mas ser esquecido.
É ficar sem o cumprimento após uma grande conquista.
É não ter um doce amigo telefonando só para dizer "olá".
É ver a indiferença num rosto quando abrimos nosso coração.
O que muito dói na vida é ver aqueles que foram nossos amigos sempre ocupados quando precisamos de alguém para nos consolar e ajudar a reerguer o nosso espírito.
É quando parece que nas aflições sobramos somente nós nos importando com nossas tristezas.
Muitas dores nos afetam, mas isso pode não ser tão pesado se formos mais presentes e atenciosos.
Cada um de nós tem um papel para desempenhar no teatro que chamamos vida.
Cada um de nós tem o dever de dizer aos amigos que os amamos.
Se você não se importa com seus companheiros de jornada, você não será punido: apenas acabará simplesmente ignorado...

Quando o amor acaba...

Frequentemente vejo pessoas se autodestruindo ou tentando destruir o outro porque não se conformam com o fato de não serem correspondidas. Afirmam insistentemente que “amam” e, em nome deste sentimento, julgam-se dona de toda e qualquer razão, como se qualquer atitude pudesse ser justificada por este sentimento.

Claro que desejamos ser correspondidos quando gostamos de uma pessoa. Óbvio que queremos nos relacionar com ela e creio que seja muito saudável fazermos o melhor que conseguirmos para tentar conquistá-la; mas precisamos considerar que nenhuma investida é garantida.

Faça o que fizer, haja o que houver e ainda assim o outro terá o direito de não querer, não gostar, não conseguir corresponder e oferecer os mesmos sentimentos. Acontece que algumas pessoas simplesmente não compreendem isso. São imaturas; comportam-se feito crianças que esperneiam e fazem birra a fim de conseguir o que querem.

Algumas optam pela autodesvalorização. Diante da recusa do outro, entregam-se às lamentações e não se cansam de repetir que são feias, desinteressantes e não têm sorte na vida. Pisoteiam sua própria auto-estima até realmente ficarem muito menos atraentes do que poderiam ser.

Existem as que mergulham tão profundamente nessas crenças que desenvolvem sentimentos próprios de depressão, instabilidade de humor, desânimo diante de tudo e de todos e, em alguns casos extremos, chegam até a desistir de viver.

Outras preferem atacar quem as rejeitou. Ainda que esta opção também signifique autodestruição, tais pessoas se empenham em bagunçar a vida do outro. Fazem escândalo na família dele, em frente a casa, tentam difamá-lo entre os amigos e, seja através de diretas ou de indiretas, não medem esforço para causar-lhe transtornos de todas as ordens.

Se você se derruba ou tenta derrubar o outro quando não consegue despertar nele o mesmo sentimento que o dedica, está na hora de crescer e amadurecer; de entender de uma vez por todas que as pessoas têm o direito de não gostar de você, assim como você também tem o direito de não gostar de alguém que se declara e revela o desejo de estar ao seu lado!

Sei que é triste, que a gente fica mal, chora e se angustia com uma recusa. Até aí, muito compreensível: todos nós desejamos ser amados por quem amamos. Mas depois de algum tempo (sejam dias ou alguns meses), isso tem de passar.

Aceitar o “não” é ser justo e democrático; é ser adulto o bastante para acatar os sentimentos do outro sem acreditar que ele tem o poder de lhe destruir caso não queira ficar com você. Não tem! E se você se vê destruído, saiba que a responsabilidade é sua e não do outro. Quem se destruiu foi você!

E enquanto digere a tristeza de não ser correspondido, comporte-se com dignidade. Não alimente pensamentos insensatos e unilaterais. Tente perceber como você pode se tornar melhor depois deste episódio. Sempre temos algo a aprender e as dores do amor servem perfeitamente para isso.

Por fim, não se esqueça: a gente só pode seduzir de verdade o coração de alguém quando usa, para tanto, atitudes de amor. Infantilidade, exageros, ofensas e acusações podem até fazer parte da reestruturação de uma relação, mas não podem persistir até que a única coisa que você mereça seja piedade. Porque, certamente, você merece bem mais do que isso!

Rosana Braga

26 de ago. de 2009

Se tiver coragem joga fora...


JOGA FORA ENTÃO SE NÃO É SEU...
SE QUER PERGUNTA PRO SEU CORAÇÃO
NÃO TENTA ME ESCONDER ME DIZ QUE É PRA VALER, ME FAZ ACREDITAR QUE FOI EM VÃO AS NOITES MAL DORMIDAS QUE PASSEI
NAS MINHAS ORAÇÕES TE ABENÇOEI
AS VEZES QUE SORRI PRA NÃO CHORAR VENDO TANTA INDIFERENÇA EM SEU OLHAR
SE VOCÊ NÃO ME QUER MAIS ME DIZ AGORA!
JOGA FORA TODO O AMOR QUE EU TE DEI
E AS VEZES QUE CHORANDO EU TE OLHEI
E TE PEDI PRA NÃO IR EMBORA
JOGA O MEU SORRISO NO CHÃO, MEU OLHAR COM TANTA EMOÇÃO
SEM TER PIEDADE JOGA FORA
JOGA FORA SE VOCÊ NÃO QUER MAIS
ME FALA SE VOCÊ FOR CAPAZ
SE TIVER QUE SER QUE SEJA AGORA
DIZ OLHANDO EM MEU OLHAR SEM TER MEDO E SEM CHORAR
SE TIVER CORAGEM JOGA FORA!

Amor e Desamor


Chorando, um dia te conheci

Foram momentos de grande alegria

Você enxugou as minhas lágrimas

Secou de todo o meu pranto.

Em lugar da tristeza de outrora,

Trouxe o sol para iluminar os meus dias.

Em seu sorriso encontrei encanto,

Em seu olhar encontrei novamente a vida.

Mas tudo não passou de um engano,

Com a mesma rapidez que veio se foi,

Em meu caminho as flores murcharam,

Perdeu-se a magia, pois naquele momento

Em que um adeus foi dito uma

Estrela no céu derramou uma lágrima.


by Rosimeire Ap. de Sousa

17 de jul. de 2009

A dor do abandono

Era uma manhã de Sol quente e céu azul quando o humilde caixão contendo um corpo sem vida foi baixado à sepultura. De quem se trata? Quase ninguém sabe. Muita gente acompanhando o féretro? Não. Apenas umas poucas pessoas. Ninguém chora. Ninguém sentirá a falta dela. Ninguém para dizer adeus ou até breve.

Logo depois que o corpo desocupou o quarto singelo do asilo, onde aquela mulher havia passado boa parte da sua vida, a moça responsável pela limpeza encontrou em uma gaveta ao lado da cama, algumas anotações. Eram anotações sobre a dor... Sobre a dor que alguém sentiu por ter sido abandonada pela família num lar para idosos... Talvez o sofrimento fosse muito maior, mas as palavras só permitem extravasar uma parte desse sentimento, grafado em algumas frases:

Onde andarão meus filhos? Aquelas crianças ridentes que embalei em meu colo, alimentei com meu leite, cuidei com tanto desvelo, onde estarão? Estarão tão ocupadas, talvez, que não possam me visitar, ao menos para dizer olá, mamãe? Ah! Se eles soubessem como é triste sentir a dor do abandono... A mais deprimente solidão... Se ao menos eu pudesse andar... Mas dependo das mãos generosas dessas moças que me levam todos os dias para tomar Sol no jardim... Jardim que já conheço como a palma da minha mão.

Os anos passam e meus filhos não entram por aquela porta, de braços abertos, para me envolver com carinho...

Os dias passam... e com eles a esperança se vai... No começo, a esperança me alimentava, ou eu a alimentava, não sei... Mas, agora... Como esquecer que fui esquecida? Como engolir esse nó que teima em ficar em minha garganta, dia após dia? Todas as lágrimas que chorei não foram suficientes para desfazê-lo. Sinto que o crepúsculo desta existência se aproxima... Queria saber dos meus filhos... Dos meus netos... Será que ao menos se lembram de mim? A esperança, agora, parece estar atrelada aos minutos... Que a arrastam sem misericórdia... Para longe de mim.

Às vezes, em meus sonhos, vejo um lindo jardim... É um jardim diferente, que transcende os muros deste albergue e se abre em caminhos floridos que levam a outra realidade, onde braços afetuosos me esperam com amor e alegria... Mas, quando eu acordo, é a minha realidade que eu vejo... Que eu vivo... Que eu sinto...

Um dia alguém me disse que a vida não se acaba num túmulo escuro e silencioso... Que a vida continua após a morte, de uma outra forma... Mas com certeza a minha matéria, a minha mente, o meu eu dessa vida que vivo agora, com o nome que tenho... Nunca mais existirá! E quando a morte chegar, só restará a saudade que com o passar do tempo se ameniza... (Se é que alguém vai sentir saudade de mim, já que não sentem enquanto ainda estou viva neste asilo).

Sinto que a minha hora está chegando... Depois que eu partir, gostaria que alguém encontrasse essas minhas anotações e as divulgasse. E que elas pudessem tocar os corações dos filhos que internam seus pais em asilos, e jamais os visitam... Que eles possam saber um pouco sobre a dor de alguém que sente o que é ser abandonado.

Autor: desconhecido

16 de jun. de 2009

A MARQUISE COMO MORADA...


Nada mais dói,
dilacera e corrói
o coração desse poeta,
que ver um semelhante
maltratado, aniquilado
e dormindo ao relento,
como se não fora ele
uma criatura de Deus,
um nosso ente irmão
repleto de sentimentos.
Enfim, um ser humano
indistinguível a mim.
Que sorte “madrasta”
imputada a alguns,
gerada pelos poderosos,
mas só vivida e sentida
por nós, os pueris comuns.
Será que um dia isso muda?
Melhor, será que um dia
o nosso gênero humano
se sensibiliza e de fato
se enterneça e se humaniza?
A vilania do egoísmo,
adicionado à hipocrisia
da nefanda e vulgar exclusão,
provedores de tal deterioração,
perpetuam e se multiplicam,
suscitando os pobres renegados,
os deserdados de nossa nação,
sob a forma de guerra velada
de irmão contra irmão.
Essa é a guerra mais antiga,
cruel e indecente, pois que,
os antagonistas sequer se tocam
e para ela não há incitação,
a não ser a arrogância do mal
e o sombrio mortiço do coração
... O desatino da vil ambição.
Nessa alucinada guerra
não há arma ou armadura,
só o sepulcro da emoção.
Parecemos uma imensa
alcatéia de famélicos lobos
sem qualquer brandura
ou discernimento do bem,
pois é lobo comendo lobo
e quando não houver mais
lobos a serem comidos,
o lobo que sobreviver,
morrerá de inanição.
Enquanto uns exclamam:
Lar, doce lar...!
Outros reclamam:
Marquise, amarga marquise...!


(Antônio Poeta)

27 de mai. de 2009

AS APARÊNCIAS ENGANAM...


Num orfanato, igual a tantos outros que enxameiam por toda parte, havia uma pobre órfã, de oito anos de idade.
Era uma criança lamentavelmente sem encantos, de maneiras desagradáveis, evitada pelas outras, e francamente malquista pelos professores.
Por essa razão, a pobrezinha vivia no maior isolamento. Ninguém para brincar, ninguém para conversar...
Sem carinho, sem afeto, sem esperança... Sua única companheira era a solidão.
O diretor do orfanato aguardava ansioso uma desculpa legítima para livrar-se dela.
E um dia apresentou-se, aparentemente, uma boa desculpa. A companheira de quarto da menina informou que ela estava mantendo correspondência com alguém de fora do orfanato, o que era terminantemente proibido.
Agora mesmo, disse a informante, ela escondeu um papel numa árvore.
O diretor e seu assistente mal puderam esconder a satisfação que a denúncia lhes causara.
Vamos tirar isso a limpo agora mesmo, disse o superior.
E, somando-se ao assistente, pediu para que a testemunha do delito os acompanhasse a fim de lhes mostrar a prova do crime.
Dirigiram-se os três, a passos rápidos, em direção à árvore na qual estava colocada a mensagem.
De fato, lá estava um papel delicadamente colocado entre os ramos.
O diretor desdobrou, ansioso, o bilhete, esperando encontrar ali a prova de que necessitava para livrar-se daquela criança tão desagradável aos seus olhos.
Todavia, para seu desapontamento e remorso, no pedaço de papel um tanto amassado, pôde ler a seguinte mensagem:
"A qualquer pessoa que encontrar este papel: eu gosto de você."
Os três investigadores ficaram tão decepcionados quanto surpresos com o que leram.
Decepcionados porque perderam a oportunidade de livrar-se da menina indesejável, e surpresos porque perceberam que ela era menos má do que eles próprios.
***
Quantos de nós costumamos julgar as pessoas pelas aparências, embora saibamos que estas são enganadoras.
E o pior é que, se as aparências não nos agradam, marcamos a pessoa e nos prevenimos contra ela e suas atitudes.
Uma antiga e sábia oração dos índios Siuox, roga a Deus o auxílio para nunca julgar o próximo antes de ter andado sete dias com as suas sandálias.
Isto quer dizer que, antes de criticar, julgar e condenar uma pessoa, devemos nos colocar no seu lugar e entender os seus sentimentos mais profundos. Aqueles que talvez ela queira esconder de si mesma, para proteger-se dos sofrimentos que a sua lembrança lhe causaria.
Você sabia?
Que não há nenhuma pessoa essencialmente má?
Isso porque todos nós temos, na intimidade, a centelha divina que é o amor em gérmen.
Assim sendo, potencialmente todos somos bons, basta que nos esforcemos para fazer brilhar essa chama sagrada depositada em nós pelo Criador.
Jesus conhecia essa realidade, por isso afirmou: "vós sois deuses" e noutra oportunidade insistiu: brilhe a vossa luz".

(História extraída da revista Seleções do Rider’s Digest, de maio/1945)