18 de set. de 2011
12 de nov. de 2010
ESTÁ NA HORA DE AGIR?
"Qual o problema com o cachorro de vocês?", pergunta o homem.
"Ah, ele está sentado em cima de um prego", respode o morador.
"Por que ele não se move?", pergunta o homem em descrença.
"Acho que não está doendo o suficiente", é a resposta.
Assim, quais são pequenos sofrimentos você tem dentro de você mesmo ou da sua família? Sofrimentos que você pode se queixar (gritar) para os outros, porém não toma nenhuma atitude para livrá-lo da situação.
Como você bem sabe, se o cachorro continuar sentado em cima do prego, com o passar do tempo esse pequeno ferimento irá começar a inflamar causando muito mais do que um problema. No longo prazo isso pode resultar na perda de um membro ou até mesmo na perda da vida.
Da mesma maneira, os problemas não tratados (ferimentos) dentro de você ou da sua família podem, no longo prazo, resultarem na perda da intimidade com a família, a perda de contato com um membro querido da família, ou no extremo, o desmembramento (perda) da família.
**Roger Ellerton **
Postado por Fabrícia Lima Sales às sexta-feira, novembro 12, 2010 0 comentários
31 de ago. de 2010
Recomece sempre
Tudo nela é recomeço.
No lugar da poda surgem os brotos novos.
Com a água, a planta viceja novamente (renasce).
Nada pára.
A própria terra se veste diferentemente todas as manhãs.
Isso acontece também conosco.
A ferida cicatriza.
A dores desaparecem.
A doença é vencida pela saúde.
A calma vem após o nervosismo.
O descanso restitui as forças.
Recomece.
Anime-se.
Se preciso, faça tudo novamente.
Assim, é a VIDA!
Autor desconhecido
Postado por Fabrícia Lima Sales às terça-feira, agosto 31, 2010 0 comentários
5 de ago. de 2010
Não tem jeito...
Postado por Fabrícia Lima Sales às quinta-feira, agosto 05, 2010 0 comentários
Marcadores: dor, falsidade, lágrimas, maldade, sofrimento, tristeza
Só eu sei...Só eu e mais ninguém...
Só eu sei da minha dor...
Só eu sei da minha verdade...
Que não se esconde, para agradar ninguém...
Só eu sei da dificuldade que é caminhar...
Depois de cair de um lugar tão alto...
E mesmo sangrando por dentro, resistir...
Só eu sei como dói lembrar...
Do que poderia ter sido e não será...
Só eu sei a força que tenho que fazer para de novo levantar...
Só eu sei...Só eu e mais ninguém...
Nilza Rodrigues
Postado por Fabrícia Lima Sales às quinta-feira, agosto 05, 2010 0 comentários
3 de ago. de 2010
Viver não dói...
Postado por Fabrícia Lima Sales às terça-feira, agosto 03, 2010 0 comentários
Marcadores: Carlos Drummond de Andrade, dor, felicidade, sofrimento, viver
Curativos para um coração partido...
Postado por Fabrícia Lima Sales às terça-feira, agosto 03, 2010 0 comentários
29 de jul. de 2010
A dor da perda de um ente querido...
Postado por Fabrícia Lima Sales às quinta-feira, julho 29, 2010 0 comentários
Marcadores: dor, morte, pais, partida, PERDAS, saudade, solidão
23 de jul. de 2010
ESSE VÍDEO VALE A PENA ASSISTIR...
É SIMPLESMENTE EMOCIONANTE!
Postado por Fabrícia Lima Sales às sexta-feira, julho 23, 2010 0 comentários
27 de jun. de 2010
A vida é para quem...
A vida é para quem não sabe o que é a morte, para quem não sabe o que é viver sem dor. A vida é um caminho com pedras duras e escuras que teimam entrar nos sapatos mais pobres sem descuidar dos outros.
Mais uma vida? Não, vida é só uma, única como o Amor que espero que me preencha um dia. Se fosse certo este caminho por onde andamos todos nós, porquê então estar aqui? Porquê escrever, porquê tentar ouvir e compreender? Porquê?
É fácil acreditar quando ainda temos a inocência dentro de nós, mas depois tudo muda, a mais pequena dúvida faz cair a crença toda, como se esta fosse um baralho de cartas. Todos os dias se perde um pouco mais a inocência com que se nasce, a paz que nos envolve vai desaparecendo aos poucos, até ao dia em que o tormento é tão grande que o desespero é inevitável. Então as lágrimas vão cair como pequenos ribeiros pelas faces tristes de quem sente dor sem saber de onde.
Também já fui prisioneira, mas dos muros que construí em volta de mim, pensei que seria fácil colocar um fim quando esse fosse o maior desejo. Mas foi com ajuda de quem acreditei ser o Amor sem fronteiras, o Amor verdadeiro que os muros foram sendo desfeitos. Mas mais uma vez caí sem conseguir deixar de olhar para baixo e ver-me a ser engolida pelas amarras da vida dura e crua. Que tormento é este que não me deixa sorrir sem que uma lágrima caía? Que vida é esta reservada para mim? Terei sempre de estar presa com esta dor no peito que me faz não querer ficar? Tantas perguntas sem que uma resposta seja ouvida, sem que uma certeza seja dita.
Poderia tentar renascer, mas o que seria diferente? Renascer num mundo que está aprisionado pela guerra, pela dor, pelo desespero de não haver o beijo da paixão. Renascer para continuar a viver a angustia de manter a lembrança e de esquecer a dor? Assim não seria renascer seria continuar a sofrer. Sofrer calada sem que um olhar cruza-se o meu sentir.
A eterna lembrança do Amor faz diminuir a dor que nasce e renasce em mim. Só é eterno enquanto a mente cansada ficar acordada relembrando sempre o que existiu. Choro sem parar por não conseguir explicar, por não querer deixar adormecer a mente. Por não querer deixar a lembrança de quem amei tanto sem saber, desvanecer-se como o pó.
Que vida é esta que me deixa aqui fechada em mim e para mim? Ó vida sem alma, sem essência, liberta quem sofre sem ver o caminho da luz, dá vida a quem derrama lágrimas de sangue.
Retirado do blog:
http://luartriste.blogs.sapo.pt/
Postado por Fabrícia Lima Sales às domingo, junho 27, 2010 0 comentários
10 de jun. de 2010
E A VIDA CONTINUA...
Frases como esta são uma constante.
Quando não conseguimos entender o fenômeno da vida e da morte, revoltamo-nos contra Deus, como a criança se revolta contra a mãe quando esta a obriga a beber um remédio amargo.
A idéia falsa de um Deus perverso e caprichoso, que mata uns antes dos outros, que castiga alguns e privilegia outros, que dá a riqueza a poucos enquanto muitos vivem na miséria, é a responsável pela revolta de muitos.
Concebendo um Deus temível, possuidor de todos os vícios humanos, pensamos que esse ser invisível está sempre à espreita para nos pregar uma peça.
A nossa visão, ainda míope, no que diz respeito às leis que regem a vida, nos faz sofrer, como filhos ingratos que não compreendem as atitudes dos pais amorosos que têm como único objetivo a felicidades dos seus.
Enclausurados na concha do egoísmo, não percebemos que nossos bem-amados não são os únicos que saem de cena na vida física e só nos incomodamos com Deus quando Ele mata um dos nossos.
Indiferentes às leis que regem a matéria, não vemos que tudo o que nasce, um dia tem que morrer, ou melhor, se transformar.
E o nosso corpo físico também é matéria, e como tal tem que se dissolver um dia. Mas, quando isso acontece, esquecemos de que somos Espíritos imortais e não apenas um corpo que desaparece na poeira do chão.
Fomos feitos à imagem e semelhança de Deus, e por isso mesmo viveremos por toda a eternidade.
O que nos tem causado insegurança é pensar que Deus é a nossa imagem e semelhança e que, portanto, é portador de todos os vícios humanos.
Somos Espíritos. E como tal somos imortais. Mas, para que atinjamos a perfeição, é preciso mergulhar na carne através da reencarnação.
Ao homem é dado morrer uma só vez, assegura o Evangelho. Ao Espírito não é possível a morte.
Um dia, num futuro ainda distante, não precisaremos mais entrar nem sair da carne, porque já teremos desenvolvido em nós a imagem e semelhança do Pai.
Jesus, após a morte do corpo, surge com toda vitalidade, em Espírito, para legar à Humanidade a certeza da imortalidade.
Dessa forma, não nos iludamos. O túmulo não é o fim da vida. É apenas o começo de uma nova fase de aprendizado para o Espírito imperecível.
Compreendendo a sabedoria e a perfeição das Leis Divinas, mudaremos a nossa reação diante da partida de um ser querido. E diremos com segurança:
Vi meu amado deixando o corpo físico, na minha frente, e entendi porque Deus o levou... É que Deus o ama mais do que eu e o quer, por algum tempo, no mundo dos Espíritos. Desse dia em diante, espero ansioso a oportunidade de um reencontro feliz. E por esse motivo, mais acredito e confio em Deus...
* * *
O que chamamos morte, nada mais é do que um fenômeno biológico natural.
Seja pelo desgaste normal dos órgãos físicos ou de outra forma qualquer, todos deixaremos o corpo e voltaremos à pátria espiritual de onde partimos um dia.
Assim, tenhamos a certeza de que a separação é apenas temporária. E que, mais cedo ou mais tarde, tornaremos a reencontrar nossos amores dos quais sentimos saudades."
Autor:
Redação do Momento Espírita.
Postado por Fabrícia Lima Sales às quinta-feira, junho 10, 2010 0 comentários
3 de mar. de 2010
Pessimismo
Postado por Fabrícia Lima Sales às quarta-feira, março 03, 2010 0 comentários
9 de out. de 2009
O Brinquedo da Vida
O nada em meio a tudo, um ninguém em meio a todos... Um brinquedo de deus, da vida, de todos...
O erro de Deus é assim que sou.
Pois de mim fazem o que querem, dizem que me acho que sou o máximo, dizem que não presto, falam e falam...
Mas não sou dono da mais bela feição, mas sou possuidor da mais horrenda alma, do mais triste coração e da vida mais infeliz.
E eles não sabem o que se passa dentro do meu coração e nem querem saber.
Não demonstro o que sou, mas sim um personagem fictício que preferi criar para esconder meus sentimentos...
Raphael Santos Araujo
Postado por Fabrícia Lima Sales às sexta-feira, outubro 09, 2009 0 comentários
Marcadores: coração, dor, sentimentos
A distância de um amor...
Não há sentimento sem renúncia,
Não há paixão, sem riscos,
Não há ninguém que exista
Sem amar,
Sem Amor,
Sem calor,
Sem dor,
Não hás dias que não passem,
Não há tempo que desgaste
Aquilo que está em destaque
Um olhar, um sonhar, um pensar...
Não há despedida, sem um novo encontro,
Não há encontro, sem haver se despedido,
Mais a certeza é que não há fim
Por que seja pra onde vá, você está guardado em mim
Em minha vida,
Em meus pensamentos,
Em minhas lembranças
Por que sei que estás aqui, em meu interior....
Valdirene de Souza Cavalcante
Postado por Fabrícia Lima Sales às sexta-feira, outubro 09, 2009 0 comentários
Marcadores: amor, dor, lembrança, pensamentos, receios, sentimento
1 de out. de 2009
Sorria...
Sorria, mesmo que ele esteja partido
Quando há nuvens no céu
Você sobreviverá...
Se você apenas sorri
Com seu medo e tristeza
Sorria e talvez amanhã
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena se você apenas...
Ilumine sua face com alegria
Esconda todo rastro de tristeza
Embora uma lágrima possa estar tão próxima
Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, pra que serve o choro?
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas...
Se você sorri
Com seu medo e tristeza
Sorriso e talvez amanhã
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas Sorrir...
Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, pra que serve o choro
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas Sorrir
Postado por Fabrícia Lima Sales às quinta-feira, outubro 01, 2009 0 comentários
Marcadores: alegria, dor, felicidade, medos, sorriso, tristeza
20 de set. de 2009
Maior Dor...
É perder alguém que nos amava e que depois deixou de se importar.
É sermos deixados de lado por quem tanto nos apoiava.
É constatar que esses são os resultados das nossas negligências.
A maior dor na vida não é morrer, mas ser esquecido.
É ficar sem o cumprimento após uma grande conquista.
É não ter um doce amigo telefonando só para dizer "olá".
É ver a indiferença num rosto quando abrimos nosso coração.
O que muito dói na vida é ver aqueles que foram nossos amigos sempre ocupados quando precisamos de alguém para nos consolar e ajudar a reerguer o nosso espírito.
É quando parece que nas aflições sobramos somente nós nos importando com nossas tristezas.
Muitas dores nos afetam, mas isso pode não ser tão pesado se formos mais presentes e atenciosos.
Cada um de nós tem um papel para desempenhar no teatro que chamamos vida.
Cada um de nós tem o dever de dizer aos amigos que os amamos.
Se você não se importa com seus companheiros de jornada, você não será punido: apenas acabará simplesmente ignorado...
Postado por Fabrícia Lima Sales às domingo, setembro 20, 2009 0 comentários
2 de set. de 2009
28 de ago. de 2009
17 de ago. de 2009
Quando me quiseres...
Pouca coisa para levar, quase tudo para ficar.
Lembranças eu não quero; vivências que eu supero.
Vou com muita certeza, não admito estranheza
daqueles que não me amaram.
Quero a vida que não tive, nesse tempo todo que estive
tão próxima do anonimato.
Serei feliz, do meu jeito, sem toda essa dor dentro do peito
na espera inútil de findar.
Ouvirei de longe o seu chamado e, com os olhos bem fechados,
seguirei meu coração.
Todos os passos eu darei, como sempre imaginei...
em sua direção.
(Silvia Munhoz)
Postado por Fabrícia Lima Sales às segunda-feira, agosto 17, 2009 0 comentários
Marcadores: coração, dor, incertezas
10 de ago. de 2009
Pare tudo... Quero recomeçar!
Não reconheço como sendo minha essa tristeza infinita que aquietou-se ao meu lado. Eu sou jovem demais, alegre demais para parecer uma flor murcha em um canteiro de belezas incomparáveis.
Não reconheço como sendo minha essa solidão que grita um medo de não encontrar alguém e de passar por essa vida sem história alguma para contar. Eu sou apaixonada demais para ter tanta convicção de que não existe amor de verdade escondido em algum lugar deste universo para mim.
Não reconheço como sendo minha essa impaciência que me torna uma pessoa rasa. Eu sou crente e otimista demais para me transformar em um alguém sem grandes atrativos e nenhuma perspectiva de um novo dia azul de presente.
Não reconheço como sendo minha essa distância das coisas que sempre cultuei. Eu sou intensa demais para não ter os meus alicerces de sempre, meus esteios, minhas fontes personificadas de refazimento.
Não reconheço como sendo minha essa insônia que me apregoa infortúnios noturnos. Eu sou sonhadora demais para não ter noites plenas, dignas de esboços lindos de um futuro bom.
Não reconheço como sendo minha essa acidez que me torna cínica em momentos em que o silêncio sempre apresentou como discreto companheiro. Eu sou branda demais para brincar com sarcasmos, ironias e decepções.
E, por não reconhecer esses desencontros, é que os renego a hostilidade que meu ser é capaz de produzir. Em prol de mim mesma e da alegria de viver é que transformarei meus momentos mais embaçados em aprendizados e folguedos da arte de viver.
Preciso de força, de amparo, preciso me reinventar!
Extraído do blog O ocaso do ocaso
Postado por Fabrícia Lima Sales às segunda-feira, agosto 10, 2009 0 comentários








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