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18 de set. de 2011

Não importa...

12 de nov. de 2010

ESTÁ NA HORA DE AGIR?


Um homem bate na porta de uma casa e enquanto conversa com seus moradores, percebe que o cachorro deles está sentado no canto do quintal uivando de dor.
"Qual o problema com o cachorro de vocês?", pergunta o homem.
"Ah, ele está sentado em cima de um prego", respode o morador.
"Por que ele não se move?", pergunta o homem em descrença.
"Acho que não está doendo o suficiente", é a resposta.


Assim, quais são pequenos sofrimentos você tem dentro de você mesmo ou da sua família? Sofrimentos que você pode se queixar (gritar) para os outros, porém não toma nenhuma atitude para livrá-lo da situação.


Como você bem sabe, se o cachorro continuar sentado em cima do prego, com o passar do tempo esse pequeno ferimento irá começar a inflamar causando muito mais do que um problema. No longo prazo isso pode resultar na perda de um membro ou até mesmo na perda da vida.
Da mesma maneira, os problemas não tratados (ferimentos) dentro de você ou da sua família podem, no longo prazo, resultarem na perda da intimidade com a família, a perda de contato com um membro querido da família, ou no extremo, o desmembramento (perda) da família.

**Roger Ellerton **

31 de ago. de 2010

Recomece sempre


Observe a natureza.
Tudo nela é recomeço.
No lugar da poda surgem os brotos novos.
Com a água, a planta viceja novamente (renasce).
Nada pára.
A própria terra se veste diferentemente todas as manhãs.
Isso acontece também conosco.
A ferida cicatriza.
A dores desaparecem.
A doença é vencida pela saúde.
A calma vem após o nervosismo.
O descanso restitui as forças.
Recomece.
Anime-se.
Se preciso, faça tudo novamente.
Assim, é a VIDA!

Autor desconhecido

5 de ago. de 2010

Não tem jeito...


Só eu sei...Só eu e mais ninguém...


Só eu sei da minha felicidade...
Só eu sei da minha dor...
Só eu sei da minha verdade...
Que não se esconde, para agradar ninguém...
Só eu sei da dificuldade que é caminhar...
Depois de cair de um lugar tão alto...
E mesmo sangrando por dentro, resistir...
Só eu sei como dói lembrar...
Do que poderia ter sido e não será...
Só eu sei a força que tenho que fazer para de novo levantar...
Só eu sei...Só eu e mais ninguém...


Nilza Rodrigues

3 de ago. de 2010

Viver não dói...


Definitivo, como tudo que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Sofremos porque?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostariamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciado a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoista que nada arrisca, que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.

Carlos Drumond de Andrade

Curativos para um coração partido...


Hoje, acordei sentindo uma grande dor no peito; Sentei-me ao pé da cama, coloquei minha mão sobre meu peito, e perguntei ao meu coração:

- O que você tem?
Porque está tão inquieto dentro de mim?
Você está doente?

Fiquei uns minutos em silêncio e aí foi minha alma a começar a ficar inquieta...
Perguntei a ela:

- O que tens? Porque se atormenta dentro de mim?

Minha alma disse:
- Estou assim porque você está assim; Você me faz perguntas, mas não tenho as respostas e sei que isso a faz infeliz...

Você se sente tão pequena, e isso me faz pequena também...

Você queria ser diferente e eu fico triste por você...

Você está tão só, e eu me sinto sem você...

Mais uma vez tornei a ficar em silêncio...

E foi aí que meu coração meio confuso me respondeu...
Estou tão triste...

Sinto-me tão pequeno...

Estou magoado com você!

Fiquei sem jeito e perguntei:
- O que foi que eu te fiz?

Ele respondeu:
- Você sofre tanto com as pessoas; preocupa-se com elas, é atenciosa, procura ser prestativa e na maioria das vezes sempre se decepciona...

Você ama e depois sofre e fala que a culpa é minha...

Você espera por algo que não vem e fica triste...

Aí você chora e dói em mim...

Preciso de curativos para um coração partido...
Curativos bons.

Perguntei ao meu coração:

- Como assim bons?

Ele respondeu:
- Curativos que estanquem essa sua tristeza, essa sua mágoa, essa sua solidão...
Que estejam com você nos dias frios e nas noites vazias... nos dias de tempestade, e nas horas que você se sentir tão só...

Que eles sejam tão grandes que possam envolver seu corpo em um abraço cheio de ternura e que você se sinta segura e amparada...

Curativos que te façam sentir o quanto você é especial e amada... mesmo que você nunca tenha sentido esse amor, nem de seus próprios pais...

Preciso de bons curativos, que não sejam eternos, afinal nada é para sempre, mas, que não sejam descartáveis...

Curativos que absorvam esse sofrimento, essa dor...
Essa ferida que não se vê, apenas se sente...

Que sejam fortes, e aprova d’água, para que não se estraguem com suas lágrimas...

Que sejam macios, para poder te fazer carinho nos dias em que você se sentir carente...

Curativos que acima de tudo nunca a decepcione, prometendo coisas que não cumprem...

Curativos companheiros e sinceros, que se importem realmente com você...

Não quero pena, quero amor...
Amor de verdade.

Preciso que você também se ame e prometa que vai procurar cuidar mais de mim...

Sou parte de você e se você sofre eu também sofro...

Queria poder colocar você dentro de mim, secar suas lágrimas, ninar você...
Dizer-te que tudo vai passar e te proteger das decepções da sua vida,afinal você já sofreu tanto, que não sei como ainda consigo bater forte em seu peito...

Você é especial...

Preciso de Curativos para um coração partido...

(Autoria Desconhecida)

29 de jul. de 2010

A dor da perda de um ente querido...


Nossos Pais descobrem que um ser está para nascer e trazer as suas vidas um brilho de luz. A cada sorriso, palavra, olhar ou suspiro, uma cachoeira de lágrimas parece inundar seus olhos de alegria e paz. Nos tornamos adolescentes e a busca pela independência é cada vez mais clara. A nossa vontade de conquistar espaço nos distancia de quem sempre nos amará, esquecemos a família. Esquecemos de dizer o quanto os amamos. Mas um dia nossos entes queridos se vão. Quando menos esperamos e sem nenhum aviso, Deus tira de nós o que mais amamos. Em nosso peito apenas a dor de um punhal que a cada "meus pêsames" parece pesar. Nossos pensamentos divulgam para cada gota de sangue em nosso corpo a culpa de nunca ter dito: "te amo"; "preciso de você", "estou sempre aqui", "me preocupo", e como se não bastasse vem à frase mais forte "a culpa foi minha". Nossos sonhos caem por terra, nossa independência parece perder a importância. E a resposta para essa dor? O tempo e uma certeza: Quando amamos transmitimos em pequenos atos e gestos, e as palavras não importam mais; quando precisamos de alguém, sentimos sua presença, e as palavras não têm mais sentido; quando nos sentimos sós e abandonados, surge uma palavra ou um gesto e descobrimos que nunca estaremos sós. E a culpa? A culpa é da vida que tem inicio, meio e fim. A nossa culpa está apenas em amar tanto e sentir tanto perder alguém. Mas o tempo é remédio e nele conquistamos o consolo, com ele pensamos nos bons momentos. E com um pouco mais de tempo, transformamos nossos entes queridos em eternos companheiros. Nossos sonhos ganham aliados, nossa independência ganha acompanhantes, nossa vida conquista anjos. E no fim apenas a saudade e uma certeza: Não importa onde estejam, estarão sempre conosco.

23 de jul. de 2010

ESSE VÍDEO VALE A PENA ASSISTIR...

É SIMPLESMENTE EMOCIONANTE!

27 de jun. de 2010

A vida é para quem...



A vida é para quem não sabe o que é a morte, para quem não sabe o que é viver sem dor. A vida é um caminho com pedras duras e escuras que teimam entrar nos sapatos mais pobres sem descuidar dos outros.
Mais uma vida? Não, vida é só uma, única como o Amor que espero que me preencha um dia. Se fosse certo este caminho por onde andamos todos nós, porquê então estar aqui? Porquê escrever, porquê tentar ouvir e compreender? Porquê?
É fácil acreditar quando ainda temos a inocência dentro de nós, mas depois tudo muda, a mais pequena dúvida faz cair a crença toda, como se esta fosse um baralho de cartas. Todos os dias se perde um pouco mais a inocência com que se nasce, a paz que nos envolve vai desaparecendo aos poucos, até ao dia em que o tormento é tão grande que o desespero é inevitável. Então as lágrimas vão cair como pequenos ribeiros pelas faces tristes de quem sente dor sem saber de onde.
Também já fui prisioneira, mas dos muros que construí em volta de mim, pensei que seria fácil colocar um fim quando esse fosse o maior desejo. Mas foi com ajuda de quem acreditei ser o Amor sem fronteiras, o Amor verdadeiro que os muros foram sendo desfeitos. Mas mais uma vez caí sem conseguir deixar de olhar para baixo e ver-me a ser engolida pelas amarras da vida dura e crua. Que tormento é este que não me deixa sorrir sem que uma lágrima caía? Que vida é esta reservada para mim? Terei sempre de estar presa com esta dor no peito que me faz não querer ficar? Tantas perguntas sem que uma resposta seja ouvida, sem que uma certeza seja dita.
Poderia tentar renascer, mas o que seria diferente? Renascer num mundo que está aprisionado pela guerra, pela dor, pelo desespero de não haver o beijo da paixão. Renascer para continuar a viver a angustia de manter a lembrança e de esquecer a dor? Assim não seria renascer seria continuar a sofrer. Sofrer calada sem que um olhar cruza-se o meu sentir.
A eterna lembrança do Amor faz diminuir a dor que nasce e renasce em mim. Só é eterno enquanto a mente cansada ficar acordada relembrando sempre o que existiu. Choro sem parar por não conseguir explicar, por não querer deixar adormecer a mente. Por não querer deixar a lembrança de quem amei tanto sem saber, desvanecer-se como o pó.
Que vida é esta que me deixa aqui fechada em mim e para mim? Ó vida sem alma, sem essência, liberta quem sofre sem ver o caminho da luz, dá vida a quem derrama lágrimas de sangue.



Retirado do blog:
http://luartriste.blogs.sapo.pt/

10 de jun. de 2010

E A VIDA CONTINUA...


"Vi meu pai morrendo na minha frente e não entendi porque Deus o matou... E desse dia em diante não mais acredito em Deus.

Frases como esta são uma constante.

Quando não conseguimos entender o fenômeno da vida e da morte, revoltamo-nos contra Deus, como a criança se revolta contra a mãe quando esta a obriga a beber um remédio amargo.

A idéia falsa de um Deus perverso e caprichoso, que mata uns antes dos outros, que castiga alguns e privilegia outros, que dá a riqueza a poucos enquanto muitos vivem na miséria, é a responsável pela revolta de muitos.

Concebendo um Deus temível, possuidor de todos os vícios humanos, pensamos que esse ser invisível está sempre à espreita para nos pregar uma peça.

A nossa visão, ainda míope, no que diz respeito às leis que regem a vida, nos faz sofrer, como filhos ingratos que não compreendem as atitudes dos pais amorosos que têm como único objetivo a felicidades dos seus.

Enclausurados na concha do egoísmo, não percebemos que nossos bem-amados não são os únicos que saem de cena na vida física e só nos incomodamos com Deus quando Ele mata um dos nossos.

Indiferentes às leis que regem a matéria, não vemos que tudo o que nasce, um dia tem que morrer, ou melhor, se transformar.

E o nosso corpo físico também é matéria, e como tal tem que se dissolver um dia. Mas, quando isso acontece, esquecemos de que somos Espíritos imortais e não apenas um corpo que desaparece na poeira do chão.

Fomos feitos à imagem e semelhança de Deus, e por isso mesmo viveremos por toda a eternidade.

O que nos tem causado insegurança é pensar que Deus é a nossa imagem e semelhança e que, portanto, é portador de todos os vícios humanos.

Somos Espíritos. E como tal somos imortais. Mas, para que atinjamos a perfeição, é preciso mergulhar na carne através da reencarnação.

Ao homem é dado morrer uma só vez, assegura o Evangelho. Ao Espírito não é possível a morte.

Um dia, num futuro ainda distante, não precisaremos mais entrar nem sair da carne, porque já teremos desenvolvido em nós a imagem e semelhança do Pai.

Jesus, após a morte do corpo, surge com toda vitalidade, em Espírito, para legar à Humanidade a certeza da imortalidade.

Dessa forma, não nos iludamos. O túmulo não é o fim da vida. É apenas o começo de uma nova fase de aprendizado para o Espírito imperecível.

Compreendendo a sabedoria e a perfeição das Leis Divinas, mudaremos a nossa reação diante da partida de um ser querido. E diremos com segurança:

Vi meu amado deixando o corpo físico, na minha frente, e entendi porque Deus o levou... É que Deus o ama mais do que eu e o quer, por algum tempo, no mundo dos Espíritos. Desse dia em diante, espero ansioso a oportunidade de um reencontro feliz. E por esse motivo, mais acredito e confio em Deus...

* * *

O que chamamos morte, nada mais é do que um fenômeno biológico natural.

Seja pelo desgaste normal dos órgãos físicos ou de outra forma qualquer, todos deixaremos o corpo e voltaremos à pátria espiritual de onde partimos um dia.

Assim, tenhamos a certeza de que a separação é apenas temporária. E que, mais cedo ou mais tarde, tornaremos a reencontrar nossos amores dos quais sentimos saudades."


Autor:
Redação do Momento Espírita.

3 de mar. de 2010

Pessimismo


A maior parte de nós já vivenciou momentos de algum pessimismo quanto a um fato ou situação, pois, na realidade, todos os sentimentos fazem parte da natureza humana.

Entretanto, quando o pessimismo aparece, constantemente, em nossos pensamentos e enfoque de vida, é que constitui um obstáculo à nossa saúde emocional.

A pessoa que se caracteriza por uma negatividade, um antever de fracassos no que gostaria de alcançar, que rejeita antes de tentar, que desiste por temer uma derrota, é uma pessoa dominada pelo medo e pela covardia de viver. Para mascarar seu medo, costuma elaborar justificativas, com supostas razões, para si mesma e para os outros.

O pessimista não é portador de uma tristeza verdadeira, pois o verdadeiro triste nada espera nem deseja.

Somente quem quer algo e não se atreve a lutar por isto, à medida que procura enganar-se com a idéia de que é impossível conseguir seu objetivo, é um pessimista.

A pessoa que vive nessa prisão deve ocupar-se com a ação. "Agir é o melhor remédio"para o pessimista, evitando de alimentar suas fantasias e preocupações em relação ao temor do fracasso.

Elisabeth Salgado

9 de out. de 2009

O Brinquedo da Vida

Por ser o que sou, chamo sempre atenção e sou sempre notado, eu sou um erro em meio a muitos acertos...
O nada em meio a tudo, um ninguém em meio a todos... Um brinquedo de deus, da vida, de todos...

O erro de Deus é assim que sou.
Pois de mim fazem o que querem, dizem que me acho que sou o máximo, dizem que não presto, falam e falam...

Mas não sou dono da mais bela feição, mas sou possuidor da mais horrenda alma, do mais triste coração e da vida mais infeliz.

E eles não sabem o que se passa dentro do meu coração e nem querem saber.
Não demonstro o que sou, mas sim um personagem fictício que preferi criar para esconder meus sentimentos...

Raphael Santos Araujo

A distância de um amor...


Não há amor, sem dor,
Não há sentimento sem renúncia,
Não há paixão, sem riscos,
Não há ninguém que exista
Sem amar,
Sem Amor,
Sem calor,
Sem dor,

Não hás dias que não passem,
Não há tempo que desgaste
Aquilo que está em destaque

Um olhar, um sonhar, um pensar...

Não há despedida, sem um novo encontro,
Não há encontro, sem haver se despedido,
Mais a certeza é que não há fim
Por que seja pra onde vá, você está guardado em mim

Em minha vida,
Em meus pensamentos,
Em minhas lembranças

Por que sei que estás aqui, em meu interior....

Valdirene de Souza Cavalcante

1 de out. de 2009

Sorria...



Sorria, embora seu coração esteja doendo
Sorria, mesmo que ele esteja partido
Quando há nuvens no céu
Você sobreviverá...

Se você apenas sorri
Com seu medo e tristeza
Sorria e talvez amanhã

Você descobrirá que a vida ainda vale a pena se você apenas...

Ilumine sua face com alegria
Esconda todo rastro de tristeza
Embora uma lágrima possa estar tão próxima
Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, pra que serve o choro?
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas...

Se você sorri
Com seu medo e tristeza
Sorriso e talvez amanhã
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas Sorrir...

Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, pra que serve o choro
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas Sorrir

20 de set. de 2009

Maior Dor...


A maior dor na vida não é morrer, mas ser ignorado.
É perder alguém que nos amava e que depois deixou de se importar.
É sermos deixados de lado por quem tanto nos apoiava.
É constatar que esses são os resultados das nossas negligências.
A maior dor na vida não é morrer, mas ser esquecido.
É ficar sem o cumprimento após uma grande conquista.
É não ter um doce amigo telefonando só para dizer "olá".
É ver a indiferença num rosto quando abrimos nosso coração.
O que muito dói na vida é ver aqueles que foram nossos amigos sempre ocupados quando precisamos de alguém para nos consolar e ajudar a reerguer o nosso espírito.
É quando parece que nas aflições sobramos somente nós nos importando com nossas tristezas.
Muitas dores nos afetam, mas isso pode não ser tão pesado se formos mais presentes e atenciosos.
Cada um de nós tem um papel para desempenhar no teatro que chamamos vida.
Cada um de nós tem o dever de dizer aos amigos que os amamos.
Se você não se importa com seus companheiros de jornada, você não será punido: apenas acabará simplesmente ignorado...

2 de set. de 2009

Dúvidas...

28 de ago. de 2009

Que dor de cabeça...

Nossa que dor de cabeça...

17 de ago. de 2009

Quando me quiseres...



Calço meus sapatos, fecho a minha mala.
Pouca coisa para levar, quase tudo para ficar.
Lembranças eu não quero; vivências que eu supero.
Vou com muita certeza, não admito estranheza
daqueles que não me amaram.
Quero a vida que não tive, nesse tempo todo que estive
tão próxima do anonimato.
Serei feliz, do meu jeito, sem toda essa dor dentro do peito
na espera inútil de findar.
Ouvirei de longe o seu chamado e, com os olhos bem fechados,
seguirei meu coração.
Todos os passos eu darei, como sempre imaginei...
em sua direção.



(Silvia Munhoz)

10 de ago. de 2009

Pare tudo... Quero recomeçar!

Não reconheço como sendo minha essa tristeza infinita que aquietou-se ao meu lado. Eu sou jovem demais, alegre demais para parecer uma flor murcha em um canteiro de belezas incomparáveis.

Não reconheço como sendo minha essa solidão que grita um medo de não encontrar alguém e de passar por essa vida sem história alguma para contar. Eu sou apaixonada demais para ter tanta convicção de que não existe amor de verdade escondido em algum lugar deste universo para mim.

Não reconheço como sendo minha essa impaciência que me torna uma pessoa rasa. Eu sou crente e otimista demais para me transformar em um alguém sem grandes atrativos e nenhuma perspectiva de um novo dia azul de presente.

Não reconheço como sendo minha essa distância das coisas que sempre cultuei. Eu sou intensa demais para não ter os meus alicerces de sempre, meus esteios, minhas fontes personificadas de refazimento.

Não reconheço como sendo minha essa insônia que me apregoa infortúnios noturnos. Eu sou sonhadora demais para não ter noites plenas, dignas de esboços lindos de um futuro bom.

Não reconheço como sendo minha essa acidez que me torna cínica em momentos em que o silêncio sempre apresentou como discreto companheiro. Eu sou branda demais para brincar com sarcasmos, ironias e decepções.

E, por não reconhecer esses desencontros, é que os renego a hostilidade que meu ser é capaz de produzir. Em prol de mim mesma e da alegria de viver é que transformarei meus momentos mais embaçados em aprendizados e folguedos da arte de viver.

Preciso de força, de amparo, preciso me reinventar!


Extraído do blog O ocaso do ocaso