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27 de jun. de 2010

Uma criança pronta para nascer perguntou a Deus...


- Dizem-me que estarei sendo enviado à terra amanhã… Como vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso?

E Deus disse:
- Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para você. Estará lhe esperando e tomará conta de você.

Criança:
- Mas diga-me: Aqui no Céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?

Deus:
- Seu anjo cantará e sorrirá para você… a cada dia, a cada instante, você sentirá o amor do seu anjo e será feliz.

Criança:
- Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?

Deus:
- Com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a falar.

Criança:
- E o que farei quando eu quiser Te falar?

Deus:
- Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar.

Criança:
- Eu ouvi que na Terra há homens maus. Quem me protegerá?

Deus:
- Seu anjo lhe defenderá mesmo que signifique arriscar sua própria vida.

Criança:
- Mas eu serei sempre triste porque eu não Te verei mais.

Deus:
- Seu anjo sempre lhe falará sobre Mim, lhe ensinará a maneira de vir a Mim, e eu estarei sempre dentro de você.

Nesse momento havia muita paz no céu, mas as vozes da terra já podiam ser ouvidas. A criança apressada, pediu suavemente:

- Oh! Deus se eu estiver a ponto de ir agora, diga-me por favor, o nome do meu anjo.

E Deus respondeu:
- Você chamará seu anjo de… MÃE!

21 de set. de 2009

O MENINO E A GARÇONETE



Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou a uma mesa.
Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele.
- Quanto custa um Sundae? Perguntou o garoto.
- 50 centavos, respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
- Bem quanto custa o sorvete simples? Perguntou ele.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garçonete, perdendo a paciência, respondeu de maneira brusca:
- Custam 35 centavos
O menino mais uma vez contou as moedas e disse:
- Eu vou querer, então, o sorvete simples.
A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou tudo na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou, começou a chorar à medida que ia limpando a mesa, pois ali, ao lado do prato, havia 15 centavos em moedas. Ou seja, o menino não pediu o Sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.

Desconheço o autor


“Não feche os olhos para as pequenas coisas do dia a dia, não ignore, porque você pode estar deixando uma grande oportunidade passar sem perceber, e esta oportunidade pode ser justamente aquela que iria mudar a sua vida”.

10 de set. de 2009

Flor em pedra

Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras.
Ninguém sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou uma jovem e ficou admirada com a flor.
Logo pensou em Deus. Cortou a flor e a levou para a Igreja.
Mas após uma semana a flor tinha morrido.
Passou um homem, viu a flor pensou em Deus, agradeceu e a deixou ali;
não quis cortá-la para não matá-la.
Mas dias depois veio uma tempestade e a flor morreu...
Passou uma criança e achou que aquela flor era parecida com ela: Bonita, mas sozinha.


Decidiu voltar todos os dias.
Um dia regou, outro dia podou, depois fez um canteiro, colocou adubo...
Um mês depois, lá onde tinha só pedras e uma flor, havia um jardim!
Assim se cultiva uma amizade...


(Autoria Desconhecida)

São as pequenas coisas que nos ensinam muito

castelos na praia

Era uma vez, num dia de verão, duas crianças brincavam na praia.
Trabalhavam muito, construindo um castelo de areia molhada, com torres, passarelas e passagens internas.
Quando estavam perto do final do projeto, veio uma onda e destruiu tudo, reduzindo o castelo a um monte de areia e espuma.
O esperado era as crianças caírem no choro, depois de tanto esforço e cuidado.
Mas, em vez de chorar, correram para a praia, fugindo da água, rindo, de mãos dadas e começaram a construir outro castelo.

Essa cena nos dá uma importante lição: tudo em nossas vidas, todas as coisas que gastam tanto de nosso tempo e de nossa energia para construir;
Tudo é feito de areia;
Só o que permanece é o nosso relacionamento com as outras pessoas.
Mais cedo ou mais tarde, a onda virá e irá desfazer o que levamos tanto tempo para construir.
Quando isso acontecer, somente aquele que tem as mãos de alguém para segurar será capaz de rir.
Pense nisso! Era uma vez, num dia de verão, duas crianças brincavam na praia.
Trabalhavam muito, construindo um castelo de areia molhada, com torres, passarelas e passagens internas.
Quando estavam perto do final do projeto, veio uma onda e destruiu tudo, reduzindo o castelo a um monte de areia e espuma.
O esperado era as crianças caírem no choro, depois de tanto esforço e cuidado.
Mas, em vez de chorar, correram para a praia, fugindo da água, rindo, de mãos dadas e começaram a construir outro castelo.

Essa cena nos dá uma importante lição: tudo em nossas vidas, todas as coisas que gastam tanto de nosso tempo e de nossa energia para construir;
Tudo é feito de areia;
Só o que permanece é o nosso relacionamento com as outras pessoas.
Mais cedo ou mais tarde, a onda virá e irá desfazer o que levamos tanto tempo para construir.
Quando isso acontecer, somente aquele que tem as mãos de alguém para segurar será capaz de rir.
Pense nisso!

4 de set. de 2009

Ai que saudade da minha infância!

Eu tinha essas bonequinhas quando era criança... lembro que o cheirinho delas permaneceu por muitos anos... Tempo bom era aquele...


Meus oito anos

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

Como são belos os dias
Do despontar da existência!
- Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é - lago sereno,
O céu - um manto azulado,
O mundo - um sonho dourado,
A vida - um hino d'amor!

Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!

Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minhã irmã!

Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
- Pés descalços, braços nus -
Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!

Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
- Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
A sombra das bananeiras
Debaixo dos laranjais!

Casimiro de Abreu


31 de ago. de 2009

Como podes ser feliz?


Se o alimento posto a tua mesa não chega a todos.
E crianças famintas batem a tua porta.

Se a roupa que te envolve o corpo e se amontoa em gavetas e armários.
Não cobrem a nudez dos que estão expostos à vida nas ruas.

Se os teus estudos e conhecimentos
Não esclarecem dúvidas que afligem os que penam pela vida e se revoltam.

Se o amor que dedicas ao teu círculo familiar
Não se estende a tua família do mundo.

Se os cuidados que tens com teus idosos
Não atingem os que foram abandonados nos asilos.

Se os sorrisos que dás aos amigos
Não se apresentam frente aos desafetos.

Se os conselhos que teimas em dar aos teus filhos
Calam-se frente a filhos alheios.

Se o trabalho ofertado ao cônjuge com alegria
Transforma-se em ócio fora do ciclo da família.

Se todas as bênçãos que recebes
Não sabes dividir, espalhar.

A consciência chega aos pouco e tende a incomodar.
Impelindo-te ao trabalho, a doação, a caridade.

A outros irmãos deves beneficiar.
Com todos os dons que tens muitos irás felicitar.
Mallika

Ser criança...



Ser criança é achar que o mundo é feito de fantasias, sorrisos e brincadeiras.
Ser criança é comer algodão doce e se lambuzar.
Ser criança é acreditar num mundo cor de rosa, cheio de pipocas.
É ser inesquecivelmente feliz com muito pouco.
É se tornar gigante diante de gigantescos pequenos obstáculos.
Ser criança é fazer amigos antes mesmo de saber o nome deles.
É conseguir perdoar muito mais fácil do que brigar.
Ser criança é ter o dia mais feliz da vida, todos os dias.
Ser criança é estar de mãos dadas com a vida na melhor das intenções.
É acreditar no momento presente com tudo o que oferece, é aceitar o novo e desejar o máximo. Ser criança é chorar sem saber porque.
Ser criança é estar em constante estágio de aprendizado, é querer buscar e descobrir verdades sem a armadura da dúvida.
Ser criança é olhar e não ver o perigo.
Ser criança é ter um riso franco esparramado pelo rosto, mesmo em dia de chuva.
É adorar deitar na grama, ver figuras nas nuvens e criar histórias.
Ser criança é colar o nariz na vidraça e espiar o dia lá fora.
É gostar de casquinha de sorvete, de bolo de chocolate, de passar a ponta do dedo no merengue. Ser criança é acreditar, esperar, confiar. E é ter coragem de não ter medo.
Ser criança é querer ser feliz.
Ser criança é saber embrulhar desapontamentos e abrir caixinhas de surpresas.
Ser criança é sorrir e fazer sorrir.
Ser criança é ter sempre uma pergunta na ponta da língua e querer muito todas as respostas. Ser criança é misturar sorvete com televisão, computador com cheiro de flor, passarinho com goma de mascar, lágrimas com sorrisos.
Ser criança é errar e nem saber que errou.
Ser criança é habitar no país da fantasia, viver rodeado de personagens imaginários, gostar de quem olha no olho e fala baixo.
Ser criança é pedir com os olhos.
Ser criança é gostar de sentar na janela e detestar a hora de ir para a cama.
Ser criança é cantar fora do tom e dar risadas se alguém corrige.
Ser criança é ser capaz de perdoar e anestesiar a dor com uma dose de sabedoria genuína e peculiar.
Ser criança é andar confiante por caminhos difíceis e desconhecidos na ânsia de desvendar mistérios.
Ser criança é acreditar que tudo é possível.
Ser criança é gostar da brincadeira, do sonho, do impossível.
Ser criança é saber nada e poder tudo.
Ser criança é detestar relógios e compromissos.
É ter pouca paciência e muita pressa.
E ser criança é, também, ser o adulto que nunca esqueceu da criança que foi um dia. O adulto que consegue se reencontrar com a criança que ainda vive no seu íntimo e mais precioso território. Aquele pedaço que justifica todos os percalços e que dignifica todos os tropeços. A ingenuidade restaurada no dia-a-dia e que o transforma em herói ao reler as histórias de sua própria vida, narradas pela criança que o abraça, nas entrelinhas de um tempo que permanece imutável porque sagrado.

Senhor, que em mim... esta criança habite todos os dias de minha vida!

23 de jul. de 2009

Lições de vida...

21 de jul. de 2009

A BONECA

Corri ao mercado para comprar uns presentinhos, que eu não havia conseguido comprar antes.
Quando eu vi todas aquelas pessoas no mercado, comecei a reclamar comigo mesmo:
"Isto vai demorar a vida toda, e eu ainda tenho tantas coisas para fazer, outros lugares para ir.
Como eu gostaria de poder apenas me deitar, dormir e só acordar após tudo isso".
Sem notar, eu fui andando até a seção de brinquedos, e lá eu comecei a bisbilhotar os preços,
imaginando se as crianças realmente brincam com esses brinquedos tão caros.

Enquanto eu olhava a seção de brinquedos, eu notei um garoto de mais ou menos 5 anos
pressionando uma boneca contra o peito.
Ele acarinhava o cabelo da boneca e a olhava tão triste, que fiquei tentando imaginar para quem seria aquela boneca que ele tanto apertava.
O menino virou-se para uma senhora próximo a ele e disse:
"Vovó, você tem certeza que eu não tenho dinheiro suficiente para comprar esta boneca?"
A senhora respondeu:
“ Você sabe que o seu dinheiro não é suficiente, meu querido!"
E ela perguntou ao menino, se ele poderia ficar ali olhando os brinquedos por 5 minutos,
enquanto ela iria olhar outra coisa.
O pequeno menino estava segurando a boneca em suas mãos.

Finalmente eu comecei a andar em direção ao garoto e perguntei para quem ele queria
dar aquela boneca e ele respondeu:
"Esta é a boneca que a minha irmã mais adorava, e queria muito ganhar.
Ela estava tão certa que o Papai daria esta boneca para ela este ano.
Eu disse: "Não fique tão preocupado, eu acho que ele irá dar a boneca para sua irmã".
Mas ele triste me disse:
"Não, o Papai não poderá levar a boneca onde ela está agora.
Eu tenho que dar esta boneca pra minha mãe, assim ela poderá dar a boneca
à minha irmã, quando ela for lá."
Seus olhos se encheram de lágrimas enquanto ele falava:
"Minha irmã teve que ir embora para sempre.
O papai me disse que a mamãe também irá embora para perto dela em breve.
Então eu pensei que a mamãe poderia levar a boneca com ela e entregar a minha irmã."
Meu coração parou de bater. Aquele garotinho olhou para mim e me disse:
"Eu disse ao papai para dizer a mamãe não ir ainda.
Eu pedi à ele que esperasse até eu voltar do mercado."
Depois ele me mostrou uma foto muito bonita dele rindo, e me disse:
"Eu também quero que a mamãe leve esta foto, assim ela também não se esquecerá de mim.
Eu amo minha mãe e não gostaria que ela não tivesse que partir agora, mas meu pai disse
que ela tem que ir para ficar com a minha irmãzinha.
" Ai ele ficou olhando para a boneca com os olhos tristes e muito quietinho.

Eu rapidamente procurei minha carteira e peguei algumas notas e disse para o garoto:
"E se nós contássemos novamente o seu dinheiro, só para termos certeza de que você tem o dinheiro para comprar a boneca?
Coloquei as minhas notas junto ao dinheiro dele, sem que ele percebesse, e começamos a contar o dinheiro.
Depois que contamos, o dinheiro iria dar para comprar a boneca e ainda sobraria um pouco.
E o garotinho disse:
"Obrigado Senhor por atender o meu pedido e me dar o dinheiro suficiente para compra a boneca".
Aí ele olhou para mim e disse:
"Ontem antes de dormir eu pedi à Deus que fizesse com que eu tivesse dinheiro suficiente para comprar a boneca, assim a mamãe poderia levar a boneca.
Ele me ouviu ...
e eu também queria um pouco mais de dinheiro para comprar uma rosa amarela para minha mãe,
mas eu não ousaria pedir mais nada a Deus.
E Ele me deu dinheiro suficiente para comprar a boneca e a rosa amarela.
Você sabe, a minha mãe adora rosas amarela.

Uns minutos depois, a senhora voltou e eu fui embora sem ser notado.
Terminei minhas compras num estado totalmente diferente o que havia começado.
Entretanto não conseguia tirar aquele garotinho do meu pensamento.
Então lembrei-me de uma notícia no jornal local de dois dias atrás, quando foi mencionado que um homem bêbado numa caminhonete, bateu em outro carro, e que no carro estavam uma jovem senhora e uma menininha.
A criança havia falecido na mesma hora e a mãe estava em estado grave na UTI, e que a família havia decidido desligar as máquinas, uma vez que a jovem não sairia do estado de coma.
E pensei, será que seria a família daquele garotinho?

Dois dias após meu encontro com o garotinho, eu li no jornal que a jovem senhora havia falecido.
Eu não pude me conter e sai para comprar rosas amarelas fui ao velório daquela jovem ....
Ela estava segurando uma linda rosa amarela em suas mãos, junto com a foto do garotinho e com a boneca em seu peito.
Eu deixei o local chorando, sentindo que a minha vida havia mudado para sempre.
O amor daquele garotinho por sua mãe e irmã continua gravado em minha memória até hoje.
É difícil de acreditar e imaginar que numa fração de segundos, um bêbado tenha tirado tudo daquele pequeno garotinho.

Preocupe-se um pouco com as outras pessoas, antes de sair dirigindo bêbado pelas ruas,
e pegue as chaves daqueles que julgar necessário, você estará salvando outras vidas e a sua vida também.

Autor desconhecido



8 de jul. de 2009

O que é o amor?

Numa sala de aula, havia várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora: Professora, o que é o amor?

A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.

As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse:
Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.

A primeira criança disse:
Eu trouxe esta flor, não é linda?


A segunda criança falou:
Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.



A terceira criança completou:
Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?



E assim as crianças foram se colocando.
Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido.
A professora se dirigiu a ela e perguntou:

Meu bem, por que você nada trouxe?
E a criança timidamente respondeu:

Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume.
Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la.

Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?

A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração".

Autor: Desconhecido

17 de mai. de 2009

Amigo é...